sábado, 10 de dezembro de 2016

Comprar os presentes e ter de os esconder.

Nunca como este ano me atrasei tanto a fazer o pinheirinho cá em casa e a espalhar o espírito natalício por estes lados. Mas no passado dia 8, feriado, foi dia de o fazer. 
E ao contrário dos outros anos, em que punhamos os presentes comprados junto à árvore, este ano está tudo escondido. Isto porque a Pimentinha, com quase 2 anos e meio, certamente ia lá vasculhar. Por isso, os armários mais altos cá em casa andam atolados de presentes natalícios para a família. Só espero que depois saibamos dar com tudo o que temos vindo a esconder. 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Amanhã ainda se trabalha mas hoje à noite não se vai pensar nisso.


A primeira vez que os fui ver foi este ano permitiu-me ter um serão maravilhoso. Desta vez, eles voltam ao Porto e não podia deixar escapar nova oportunidade. E pode ser que ainda tenha tempo de ver as luzes de Natal na Baixa do Porto.
Bem vistas as coisas,são momentos destes que nos fazem um pouquinho mais felizes. 


terça-feira, 29 de novembro de 2016

Vamos falar de canetas.

Há quem trabalhe diariamente em frente a um computador. 
Há quem trabalhe diariamente com papéis e cadernos e canetas e não use o computador em trabalho.
Eu faço parte do leque das pessoas que se inserem no segundo grupo. 
Vai daí, se há coisa que gasto muito no trabalho é canetas. Não consigo estipular uma média concreta, mas diria que uma caneta azul dá-me para duas semanas, não mais do que isso. Passo a vida a comprar canetas.

O problema? 
Nem todas as canetas servem para mim. 
Sou uma esquisita do pior no que a canetas diz respeito. Há algumas que não dão jeito a escrever. E quando digo isto, há sempre alguém que não me compreende e que acha que tenho a mania. Mas acredito que quem passa o dia a escrever, perceba as minhas palavras. nem todas escrevem à velocidade que queremos, nem todas assentam bem.
Os meus alunos, em jeito de brincadeira (que eu gostava que até fosse real), dizem-me que no Natal me vão oferecer uma caneta cada um (dava mesmo um jeito)

Há pouco tempo experimentei umas canetas que me levaram ao céu. 



Estão à venda na Note It. Ao que parece só lá é que se encontram. Mal passe por uma loja destas, vão comigo para o trabalho. 

domingo, 27 de novembro de 2016

Então e a Black Friday como foi?

As Black's Fridays sempre me passaram ao lado. 
Este ano, e talvez porque foi a palavra mais ouvida na semana que passou, pensei em dar um saltinho ao shopping para saber então de que trata este badalado dia e se vale mesmo a pena.
O problema? Para quem trabalha, só pode ir ao fim do dia. 
Já estava a imaginar lojas remexidas, com produtos em rutura de stock e afins. 
Cheguei ao shopping já passava das 19h30. Estava muita gente mas nada que eu pudesse apelidar de caos. 

A lista de produtos a comprar e a lista de lojas a ir estava feita. Foi só seguir o roteiro que tinha estabelecido e voilá: não encontrei lojas com tudo remexido, as filas eram pacíficas (não entrei na Zara, pois essa pareceu-me o caos, sim senhor) e arrumei praticamente com todos presentes de natal que faltavam. Numa hora e meia tratei do assunto, poupei uns trocos e saí de lá a achar que o Black Friday até nem é o caos que me fizeram achar que era. 

Sorte? 
Talvez. 

Parte chata? 
Cheguei a casa e percebi que não comprei nada para mim. Nadinha. Foi tudo para a filha e para dar a familiares no Natal e em festa de anos que se avizinham. Continuo a comprar para os outros o que gostaria de comprar para mim. Mas pronto, vale a sensação de que vou entrar em Dezembro com a lista de presentes natalícios arrumada. 


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Todos os anos, chega a época do Natal e lembro-me disto.

O meu marido, esta semana, recebeu o subsídio de natal. E eu pensei logo "mais um ano em que eu não sei o que isso é". 
Nunca soube o que é receber um subsídio de natal. Nem um subsídio de férias. Nem duodécimos. 
Já o disse aqui e reafirmo: lamento mesmo estar a trabalhar a recibos verdes há 8 anos. 
A falsos recibos verdes. Não sou eu que estipulo o meu horário, não sou eu que estipulo quando tenho férias. Se em Agosto fico em casa, sei que nesse mês não tenho qualquer tipo de ordenado. Recebo em finais de Julho e depois só recebo em inícios de Outubro, referente ao mês de Setembro.
Pago 124€ de segurança social quando alguém com o meu salário, a contrato, pagaria cerca de 60€ tendo mais direitos que eu. 
Se o mês é mais pequeno, leva-se logo um corte na remuneração (recebo consoante os dias úteis). Fevereiro e Dezembro (por causa dos feriados) são sempre meses fracos. Posso dizer que com os descontos que tenho de fazer recebo tanto como uma menina que está nas caixas dos hipermercados. E há alturas em que acho que devia mesmo mudar de vida. 

Estar a recibos verdes há 8 anos é uma merda. Não sou de dizer asneiras mas não há outra palavra que me ocorra para caracterizar o que é estar numa falsa situação de recibos verdes.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Porque as coisas nem sempre são como nós queremos.

Falta precisamente um mês para a véspera de Natal. 
Chego a esta altura e todos os anos digo a mesma coisa: o tempo anda mais depressa que eu. 
Este ano, ainda não há perspectivas sobre como irá ser a noite do dia 24, mas temo que este ano seja talvez o que menos espírito natalício tenha.
Desde a morte da minha avó materna, que a família do lado da minha mãe se foi vendo cada vez menos. Desde essa altura, como eu costumo dizer, parece que nos encontramos nos casamentos e nos funerais. E isso deixa-me triste. Não somos uma família numerosa mas não percebo como é que os meus pais se foram desligando da restante família. E se eu posso ir contra esta maré? Humm... histórias muito complicadas se metem aqui no meio...
A ver vamos se a consoada de Natal vai ser a cinco. Eu, o Apimentado, a Pimentinha e os meus pais. Quero acreditar que não. Quero acreditar que mais gente se juntará à festividade. Quero acreditar que o Natal tenha o espírito de Natal.
Felizmente, do lado do meu marido, a coisa é bem melhor e bem mais familiar. Há ligações estreitas e mais uma vez, a família não é grande mas dá-se tudo bem e por incrível que pareça, é na família do meu marido que me sinto em família