quarta-feira, 26 de junho de 2019

Dias especiais.



Hoje eu e Apimentado fazemos 8 anos de casado. Recordo esse dia com imensa saudade. Foi um dia muito feliz, cheio de memórias que nunca quererei esquecer. E esta caminhada tem sido um ensinamento. Casar exige respeito, paciência (louvo o paciência extrema do meu marido, ingrediente fundamental para que tudo isto dê tão certo), honestidade, cedências. 
Recomendo vivamente o casamento. 
Há dias difíceis, fases menos boas, é um facto. Não é tudo cor de rosa, mas há que saber viver com tudo o que um casamento implica. Porque no fundo, é o amor que acaba por ditar tudo, é o amor que vem ao de cima e atenua os dias mais complicados. 

O sim mais certo da minha vida foi há 8 anos atrás. E repeti-lo-ia um milhão de vezes, sem hesitar! 

sexta-feira, 7 de junho de 2019

O que não podem mesmo perder se um dia forem à Disney!

Se um dia forem à Disney, mesmo que seja um dia apenas, esperem pelo espetáculo de encerramento, que acontece às 22h30 (horário de verão). É algo indescritível e se eu pudesse eleger o momento alto e mais mágico de toda esta viagem, não hesitaria em escolher estes mágicos minutos. Não me perguntem quanto tempo demora, porque a partir do momento em que começa o fogo de artifício, esquecemos tudo. Não há palavras para descrever tudo aquilo que vi. Assistimos a este espetáculo duas noites seguidas e se lá estivesse mais tempo, mais vezes repetiria o Disney Illuminations. 

Foi a cereja no topo do bolo destes dias!





quinta-feira, 6 de junho de 2019

A nossa escapadinha em terras francesas

Tenho algumas coisas para vos contar mas o tempo, esse continua a ser escasso e as prioridades acabam por deixar este blogue para um plano bem secundário. Hoje finalmente vim cá para vos contar um bocadinho da nossa viagem a Paris e à Disney em meados do mês passado.

Já vos tinha dito que tudo começou com a vontade da filha mais velha conhecer a Torre Eiffel que aparece em imensos desenhos animados. Decidimos então juntar o útil ao agradável e, uma vez que nós casal já tínhamos ido a Paris, achamos que um dia lá seria suficiente para a S. conhecer o básico dos básicos da cidade luz e depois rumamos à Disney e durante 3 dias vivemos o sonho das crianças e dos adultos. 

Foram 4 dias intensivos e mais cansativos do que inicialmente previsto. Como já não viajávamos há algum tempo para cidades europeias, já nos tínhamos esquecido do quanto cansativo pode ser este tipo de escapadinhas e acrescentar a isto o facto de levarmos pela primeira vez uma criança.

Em Paris, subimos até ao topo da Torre Eiffel, vimos o Arco do Triunfo e o Museu do Louvre. Nada mais. Tínhamos acordado às 3h30 da manhã nesse dia para irmos para o aeroporto e chegamos ao final do dia exaustos. 



No dia seguinte, apanhámos o comboio no centro de Paris em direcção à Disney e aí sim, a magia começou. Estivemos lá de quinta a sábado e eu já tinha lido várias coisas sobre a Disney, a começar pelas imensas filas que se pode apanhar para entrar nos divertimentos. O máximo que esperamos foram 50 intermináveis minutos para andar numa “tartaruga maluca” como apelidou a S. Uma espécie de montanha russa cuja altura a minha filha tinha mas que se eu soubesse o que sei hoje, nunca teria ido com ela para lá. Saí de lá a tremer por todos os lados e ela a odiar montanhas russas para o resto da vida dela. De resto, íamos gerindo os tempos de espera das filas através da APP da Disney que dá muito jeito. Andamos em coisas lindíssimas, vimos o desfile que acontece todas as tardes, estivemos com a Minnie, o Mickey, o Pluto e outros tantos.



Caminhamos como há muito não o fazíamos. E isso, sim, foi a parte pior. Gerir o cansaço dela e o nosso. Optamos por não levar carrinho de passeio, a S. já não anda em carrinho desde os 2 anos, só íamos com bagagem de mão e o carrinho iria “roubar” a oportunidade de levar 3 mini malas. Além disso, reconheço que há situações em que andar com um carrinho de passeio, no meio de tanta gente, causa algum transtorno. Arriscamos, não levamos, não estamos arrependidos. Mas tivemos de andar com a S. ao colo ou às cavalitas e isso ainda piorava o nosso cansaço.




Ficamos num hotel da Disney, tínhamos transporte regular e gratuito entre os parques Disney e o hotel – em menos de 5 minutos estávamos lá. 

Ficou uma vontade enorme de repetir a experiência, provavelmente já com o J. a também embarcar nesta aventura. Mas a repetir, vamos esperar que o J. seja mais velho e tenha mais resistência ao caminhar durante longos tempos. Para quem quiser ir, aconselho a fazerem pesquisas, a apontarem dicas, porque senti que isso ajudou-me imenso a tirar mais partido desta viagem que é inesquecível para os miúdos e também para nós, adultos. 

p.s. As fotos aqui publicadas não conseguem representar o que vimos, há coisas que por mais que possam ser descritas por imagens ou palavras, só conseguem ter o devido impacto quando são vividas e vistas ao vivo. 


domingo, 5 de maio de 2019

Isto de ser mãe.

Nunca ninguém me avisou que ser mãe era daquelas coisas que tem tanto de maravilhoso, como de duro. Há dias em que ser mãe é muito complicado. Há dias em que é preciso respirar fundo, contar até não sei quanto e... respirar fundo novamente. 

E como já li muitas vezes por aí, eu era uma mãe perfeita até ter filhos. Já fiz muitas coisas que outrora critiquei. O que me leva a acreditar no velho ditado "Tudo na vida se paga". E esta coisa da maternidade tem me feito ensinar que nada é tão fácil como parece ser e nenhuma mãe pode ser julgada sem se ter conhecimento de causa. 

Há dias em que os nervos ficam esfrangalhados de tanta desarrumação em casa, da roupa que está por estender ou para passar a ferro, do jantar que está à espera de ser feito e tudo passa para segundo plano porque há uma birra que surge, ou um banho que tem de ser dado, ou há brincadeiras que requerem a nossa presença que são mais urgentes que tudo o resto. 
Com isto não quero dizer que estou arrependida de ser mãe, senão não tinha embarcado numa segunda viagem. Apenas estou a dizer que ser mãe é talvez a missão mais exigente de todas as que uma mulher pode ter na vida. E hoje é dia de celebrar todas as corajosas mães que por aí andam, todas as mães que fazem o melhor que podem pelos seus filhos e por elas mesmas. 

Feliz Dia da Mãe!




quarta-feira, 10 de abril de 2019

A minha filha está a dar cabo de mim.

Considero que termos dado um irmão à S. foi a melhor prenda que lhe podíamos dar na vida. Mas também sei que ela só vai perceber isso, daqui a muitos anos quando vir no irmão um companheiro e um aliado para a vida.
Ela está com quase 5 anos e o J. com um ano (já fez um ano e eu nem consegui ter tempo para vir aqui escrever umas bonitas palavras para ele!). E há uns largos meses que os ciúmes da mais velha estão a dar cabo do nosso dia-a-dia. Toda a gente me diz que é uma fase - sim, eu sei disso e já estávamos preparados para que a chegada do irmão fosse desencadear nela crises mas não a este ponto.

A minha filha chora quase todos os dias, pelas mais pequenas coisas e tenho muitas, muitas, muitas saudades do tempo em que ela tinha uns 2 anos e era um amor de miúda. Não consegue entender as coisas mais simples, tento explicar-lhe com a maior paciência do mundo as situações, mas sem sucesso. Só me quer a mim, já disse que não gosta do pai e que só quer a mãe para ela.

Isto são ciúmes no seu estado mais agudo e até o vizinho de cima já percebeu isso, em conversa de corredor dizia ele que, todos os dias, ouvia a mais velha a chorar e que já tinha comentado com a esposa que os ciúmes deviam de estar ao rubro.

Mas isto está mesmo a dar cabo de mim, do nosso dia-a-dia, dos nossos fins de semana e eu e o Z., como casal, se já sentíamos que não tínhamos tempo para nada, agora andamos numa fase em que até tempo para falar não temos.
Somos assumidamente pais cansados com os filhos que temos. E sabemos que não conseguimos ser bons pais assim. Vamos procurar ajuda e vamos rezar para que tudo isto acalme. Andam marés muito agitadas para estes lados, há demasiado tempo.

Inspiro, expiro e (tento) não pirar. Vamos ver até quando.

terça-feira, 19 de março de 2019

A ti, pai cá de casa.

Cá em casa reina o lema "Por detrás de uma mãe, há sempre um pai presente". E o pai que mora cá em casa é a âncora de todos nós. É ele que aguenta o barco quando a maré anda mais agitada. É ele que acalma os ânimos quando eles andam em alta. É ele que tem a paciência de santo que esta mãe que vos escreve não tem. 
Ele é o verdadeiro Pai, Homem, Amigo e Companheiro.