domingo, 14 de janeiro de 2018

O que tenho em comum com a Carolina Patrocínio. E o que não tenho em comum com ela.

Soube-se esta semana que a nossa Carolina Patrocínio está novamente grávida. A rapariga conseguiu esconder a gravidez até quase ao sétimo mês, dado que ninguém suspeitaria tendo em conta o tamanho da sua barriguinha. 

O nascimento do(a) baby da Carolina está previsto para Março. Tal como o meu J. 
Estamos, portanto, as duas grávidas, sensivelmente de sete meses (mais semana, menos semana). E só temos isso em comum. Nada mais. 

Porque se eu for comparar o tamanho da minha linda barriga com a dela, todo o meu mundo me diz que estou uma lontra. Mas também sei que a rapariga tem uns genes que mais ninguém no mundo tem. Por isso, Pimenta, não fiques triste. Qualquer grávida (até de 3 ou 4 meses) já deve ter uma barriga maior que a Carolininha. Certo, queridos leitores? 



sábado, 30 de dezembro de 2017

Que venha ele.

Não tendo sido um ano espetacular, também não me posso queixar de 2017: foi um ano bom. 
E se chegar ao final de todos os anos com esta sensação, já me dou por muito contente. 

2017 trouxe-me uma segunda gravidez, muito desejada. Talvez seja esse o maior marco deste ano que está prestes a terminar. 
Não sei mesmo o que me espera em 2018. Confesso que olho para este novo ano com alguns pontos de interrogação (e até algum medo): muita coisa vai mudar cá em casa, vamos passar a ser 4, e acima de tudo, o que eu mais queria e quero mudar é a minha vida profissional. 
Até ao nascimento do J., sei que pouco ou nada posso fazer: o melhor é deixar-me estar onde estou porque não posso aspirar a mudar de emprego nos primeiros meses de 2018 mas a meio do ano, pretendo mesmo dar uma viragem a tudo isto. 
Estou cansada de um trabalho a recibos verdes há sete anos, estou cansada de trazer um salário mínimo, trabalhar quase 11 horas por dia, mais os sábados e não ver recompensa nenhuma, estou cansada de não ouvir um "obrigado", estou cansada de trazer trabalho para casa. Estou cansada de dar 1000% e não ser reconhecida, só porque não sou de dar graxa à diretora. 
E estou cansada de me cansar e nada fazer para mudar. Isto sim, tenho mesmo de mudar em mim. Tenho medo da mudança, mas "Quem muda, Deus ajuda". Tenho de pôr pés ao caminho em meados de 2018.

Mas uma coisa é certa: já me deixei de resoluções de ano novo porque já percebi, há muito, que funcionam na primeira semana mas a meio de Janeiro, alguém ainda se lembra das ditas resoluções? Vou comer as 12 uvas passas, por uma questão de hábito (se sempre o fiz, não é agora que não o vou fazer), vou pedir muita proteção e ajuda neste novo ano. E depois, logo se verá.


Um excelente 2018 para vocês, que me leem com muita paciência. 


terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Dia depois do Natal = a descontos a não perder!

Hoje de manhã, o meu telemóvel recebeu carradas de mensagens de lojas, indicando que entraram em força os descontos em perfumes, roupas e afins. 
Pensei cá com os meus botões: "Vou passar a fazer compras de natal, depois de 26 de Dezembro!" (ai se pudesse!)
No caso concreto da Chicco, toda a roupa está com 50% de desconto: até me doeu o coração porque semana passada comprei lá um babygrow para o futuro membro da família. 
Hoje lá estava ele na loja com esse belo desconto. Em todo o caso, comprei mais 3 conjuntos para o J. Com 6 meses de gravidez, tenho de começar a pensar no enxoval (alguma coisa aproveitarei da S. mas há coisas demasiado femininas que vão continuar nas caixas e que não darão para o irmão). Por isso, saí da Chicco feliz e contente por ter dado apenas 26€ por 3 babygrows lindos e fofinhos que sei lá! 


domingo, 24 de dezembro de 2017

Chegou o natal.

Tenho uma sensação agridoce em relação ao Natal: depois da morte da minha avó materna, muito mudou na forma de festejar o Natal: já não nos reunimos na noite de consoada e o mais ridículo é que moramos perto uns dos outros. Por dez mil razões que para aqui não interessam, na noite de consoada em casa dos meus pais seremos 5: eu, o maridão, a S. e os meus pais. Nada mais. E isso, para mim, não é Natal. 
Já o disse aqui e repito: o espírito de Natal sinto-o em casa dos meus sogros, onde estarei no dia de Natal. Aí sim, já me sabe a Natal. 
Continuo a achar que nesta altura, é quando as situações menos boas vêm (ainda mais) ao de cima: lembro-me dos vizinhos dos meus pais que, este ano, perderam o único filho que tinham, de uns amigos que só têm um filho e com o qual não falam. Lembro-me dos meus natais com várias pessoas à mesa e que agora, na noite de consoada, é uma miragem. 

Felizmente, ter filhos devolve-nos um pouco da magia do Natal: fico muito feliz pela S. que vai ver o pai natal em casa da avó paterna e que vai estar com os primos a abrir as prendas. A cara dela de felicidade compensa tudo. Vou acreditar que para o ano, a felicidade será a dobrar quando o J., que vem a caminho, viver o seu primeiro Natal. 

Pensamentos agridoces à parte, espero que desse lado, o Natal seja vivido de forma plena. 

Feliz natal, meus queridos leitores!

sábado, 23 de dezembro de 2017

O que eu detesto nestes dias.

Durante esta semana que passou, nas redes sociais, as mensagens de natal já proliferavam como nunca. Ontem, sexta feira, era quem mais desejava Feliz Natal e Boas Festas em tudo que era lado: facebook, Insta e afins. Ainda hoje houve alguém que me disse que, de há duas semanas para cá, que tem vindo a receber imensas mensagens de Natal. 
Vou-me manter fiel ao que fiz o ano passado: vou mandar mensagens personalizadas aos que me dizem mais. Não vou mandar aquelas mensagens em cadeia que se recebe e reencaminha. Para mim, isso não tem qualquer significado. Já sei que todos nós desejamos Feliz Natal ao mundo inteiro mas nesta altura, há pessoas que nós nos lembramos mais, em especial. 

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

E vocês, são pessoas difíceis de presentear?

O homem cá de casa diz que sou uma pessoa esquisita no que diz respeito a presentes. Eu bem sei que gosto e deliro com coisas que a grande maioria das mulheres acharia... estranho. Ainda me lembro do Natal em que ele me ofereceu uma caixa enorme com post-it e blocos (e coisas do género) e eu, simplesmente, delirei perante a estranheza dos restantes membros da família face ao dito presente.
Eu tenho gostos peculiares. Sim. E acresce o facto de não querer que ele gaste rios de dinheiro (o que também pesa nas escolhas, senão meu querido esposo, uma máquina Canon toda xpto enchia-me as medidas nesta Natal)

Mas eu já lhe disse: eu até posso ser uma pessoa complicada de presentear, mas pensa bem: se fosses um familiar próximo do Cristiano Ronaldo, isso sim, seria um dilema considerável, porque escolher um presente de Natal para o Cristiano deve ser bem mais complicado do que escolher um presentinho para mim.