domingo, 20 de agosto de 2017

E então estas férias?

Decididamente quem inventou as férias foi alguém que merece ser venerado. Abençoado mês de agosto que me trazes sossego. 

Por aqui estivemos na Praia de Mira, em Coimbra,  na segunda semana do mês. Não tivemos sorte com o tempo e em 6 dias conseguimos ir dois bocadinhos para a praia com a Pimentinha. Quando se tem filhos e se está num apartamento que nem televisão tem, a praia é o prato forte dos dias mas este ano, o São Pedro não quis nada connosco e foram dias mais enfadonhos, digamos assim. Nem para passeios estava bom. Noites muito frias, dias demasiado ventosos e casacos de inverno na mala que nos salvaram do frio. 

Por isso, a nossa esperança residia na terceira semana do mês. 
Escolhemos Alvor, no Algarve como destino principal destas nossas férias. 
E não nos arrependemos. Nunca tínhamos vindo para o Algarve em Agosto e estávamos com receio, mas queríamos bom tempo e noites quentes.
Toda a gente fala da confusão que é esta zona sul do país neste mês. Mas, sem o sabermos bem, acertamos em cheio na zona. Alvor, comparado com outras zonas, é sossegado. O hotel, apesar de cheio, permitia circular sem apertos entre piscina, parque infantil e zona de refeições. À noite saíamos do hotel e passeávamos com calma pela zona (o centro de Alvor, na zona ribeirinha dos restaurantes, é mais agitado mas nada impossível para se andar com uma criança). Fomos de manhã para a praia e quando chegávamos, perto das 9h45, ainda havia imenso areal disponível para escolhermos um bom sítio para nos alaparmos à beira do mar a brincar com a nossa miúda. 
Fiquei fã de Alvor. O Algarve é (quase) sempre garantia de bom tempo e quando se passa férias com uma filha de 3 anos, isso é importante. Nortadas e noites frias já temos nós que chegue todo o ano na zona onde moramos. 




segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Coisas que não gosto de ver em pessoas que trabalham no atendimento ao público.

Funcionários que atendem clientes e mascam partilha elástica como se fossem um animal ruminante. Nada discretos. E a meu ver, dá um terrível mau aspeto. 

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

O ser humano é algo muito complexo.

Às vezes quando mais penso na mente de algumas pessoas que me são próximas, menos as entendo e menos tolerância tenho para com elas. Não me entra na cabeça que pessoas que são as primeiras a cuscar a vida dos outros e a tentar saber isto ou aquilo, critiquem outras que também o fazem, sem entenderem que (se calhar) são exatamente iguais às pessoas que estão a criticar naquele preciso momento.


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Há que estabelecer prioridades na vida. Eu fiz as minhas.

Há uns belos meses, a minha rica patroa perguntou às funcionárias quem estava disposta a trabalhar em Agosto, uma vez que o número de miúdos reduz nesta altura do ano e não é necessário todas as funcionárias no ativo. Enchi-me de coragem e disse que caso fosse muito necessário, ela podia contar comigo mas a minha primeira escolha era não ir trabalhar em Agosto.
A decisão foi fácil de tomar para mim. 
Ora bem, o ano passado trabalhei uma semana em Agosto, gastei quase 40 euros em material que usei para fazer atividades com os miúdos (esses encargos não foram suportados pela diretora) e o que ganhei foi para pagar a segurança social. Fiquei quase louca, estava sozinha com um grupo de 12 miúdos, em que pelo menos 2 deles eram miúdos extremamente complicados, com diagnósticos daqueles bicudos. Tive de cozinhar para todos, fazer atividades, limpar tudo sozinha, abrir e fechar o centro, planear aqueles dias e as dinamizações que iria fazer. Tudo sozinha. 

Por isso, este ano pensei no quanto aquela semana foi demasiado penosa para mim. Quando digo que fiquei quase louca naquela semana, não estou a falar em sentido figurado. Não dormia em condições e, por isso, considero que há coisas que precisam de ser bem pensadas: a vida é feita de escolhas. 
Eu fiz a minha. 
Sei que fui comentada no trabalho ("é porque não precisa de ganhar dinheiro", disseram). Estando a recibos verdes, se não trabalho, não ganho. O dinheiro faz falta a todos. Mas a sanidade mental também. 

foto daqui*

segunda-feira, 31 de julho de 2017

A única criancinha que vou aturar no próximo mês é a minha filha. Nada mais.

Estou oficialmente de férias a partir das 19h30 de hoje. 
Um ano inteiro de trabalho com crianças e adolescentes é desgastante. E este período de férias de verão com eles sempre em modo on é sempre a cereja no topo do bolo. Entram muitos miúdos novos, que não estão habituados ao espaço, às regras, e é um desafio conciliar o gosto por estarem lá mas também a assimilação de tudo o que implica estar num espaço novo, onde não podem andar feitos loucos. Sim, porque estes miúdos hoje em dia falam alto, berram, fazem queixinhas por tudo e por nada. E isso, cansa, minha gente. E cansa. Gosto de trabalhar com miúdos mas não deixo de, em certos momentos, aspirar a um trabalho menos desgastante e menos exigente. Os miúdos é que mandam hoje em dia. E lidar com eles, com os pais, com uma patroa que só está bem dentro de um gabinete e não conhece a real realidade fora daquelas quatro paredes é algo que desgasta e me tira o sono. Ao que parece este mês, o meu estimado Apimentado já deu comigo a falar de noite imensas vezes como se estivesse a falar com os meus meninos. E por isso, chego a hoje com um peso nas costas que espero que se liberte não tarda nada para usufruir deste mês santo que amanhã chega. 


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Roupa perdida nos infantários: como ajudar.

Em Setembro a minha filha vai entrar para a pré. 
Vai ser uma volta na vida dela e na nossa. Claramente está a ser mais complicado para mim gerir isto do que para ela. As preocupações amontoam-se na minha cabeça: será que vai conseguir dormir de tarde sem a mãe/avó por perto? E na hora do almoço, como vai ser para comer carne? (a minha filha e a carne não são nada amigos)?
Mas depois penso: calma, calma, calma.
Ela vai ter de se adaptar e arranjar estratégias para superar estas novas situações (é isto que digo a mim mesma). E eu vou ter de saber lidar com a ansiedade de saber se ela lidará bem ou mal com tudo isto, mas sem tentar que ela perceba isso. 

Àparte estas preocupações, e trabalhando eu com miúdos bem mais crescidinhos que todos os dias deixam peças de roupa lá no trabalho, que por vezes andam perdidas dias/semanas, decidi precaver-me e encomendar etiquetas termoaderentes à Tiketa.  Se os meus miúdos que têm entre os 6 e os 12 anos deixam roupa esquecida e perdida no meu trabalho, fará crianças com 3 anos. As etiquetas podem-se pôr na roupa, calçado, mochila, batas, etc. O processo é bem simples, dá para escolher o texto a pôr, as cores, a entrega é super rápida e os preços são bem atrativos. 

Fiquei fã! 




Fotos retiradas do facebook do Tiketa


p.s. Não sendo eu uma blogger de sucesso, este post não é patrocinado. 
Trata-se de publicidade que faço de livre e espontânea vontade e 
que pode ajudar muitas mães por aí.