quinta-feira, 27 de abril de 2017

Maldita barriga

De há um mês para cá, as restrições alimentares têm sido um pouco esquecidas. Continuo a ter cuidado com o que como, continuo a banir os fritos da alimentação mas há alguns pecados aos quais não tenho conseguido resistir: gelados, gofres, tripas, petit gateau. O bom tempo, à noite, tem convidado a uns passeios e pronto... lá se lixa tudo. 
E o jantar, continua a ser outro problema: chego a casa cheia de fome e uma sopa só não é solução. Vai daí não provo apenas a refeição principal, como-a mesmo. 

Em todo o caso, não panico com isto. A verdade é que gosto muito de comer. Se o jantar estiver mesmo delicioso, acabo por repetir. 
Se ao repetir, tenho fome? 
Não. 
Mas a comida está demasiado boa para ficar-me por um prato apenas. 

O problema no meio de tudo isto?
A barriga. Tudo o que eu como a mais vai para a barriga. Podia ir para as mamas (até que era boa ideia!), ou para o rabo para ver se me enchia as calças, mas não. É TUDO para a BARRIGA. Chiça! 

terça-feira, 25 de abril de 2017

Ainda vou descobrir a jardineira que há em mim


Sempre achei que a minha pessoa não era muito dotada para cuidar de plantas, mas de há uns tempos para cá, tenho-me esmerado e posso dizer que a primavera trouxe umas belas orquídeas cá em casa e a última planta a juntar-se ao mini jardim que por aqui temos foi um bonsai. 
Oferta do afilhado na Páscoa. 
Pelo que já li na net, é uma planta muito sensível e que merece cuidados especiais. Tem de ser regada todos os dias, ao que parece e tenho-me esforçado por não me esquecer de o fazer. O nosso muito desejado bonsai está cá há duas semanas e só espero que dure muito tempo. 

E por aí, há experiências positivas com esta planta? Conselhos?

sábado, 22 de abril de 2017

Try again. Next year.

Sábado. Dia 22 de Abril. 
Vou ao site do Canal Panda para submeter a foto da minha miúda mais linda para que no dia 24 de Junho passe no canal Panda na secção de aniversários. 
Aparece o aviso de que já expirou o limite de pedidos para esse dia. 
O ano passado foi assim, há dois anos o mesmo.
Vai-se a ver e o destino não quer que a minha filha apareça no Panda. Tenho-o dito. 

domingo, 16 de abril de 2017

Voltavam a um restaurante que sofreu a intervenção de Ljubomir Stanisic?

Posso afirmar que atualmente, vejo pouca televisão. O canal Panda e o Disney Júnior dominam o panorama televisivo cá em casa. Quando a pequena dorme as sestas, aproveitamos para pôr as séries em dia. 
Mas há um programa que tentamos ver: o tão falado "Pesadelo na Cozinha" da TVI. Confesso que acho a linguagem do chefe Ljubomir Stanisic, por vezes, um tanto ou quanto agressiva demais. Exceto isso, é um programa que gosto de ver e que me faz pensar e muito na quantidade de restaurantes em que já comi e quiçá, teriam uma cozinha semelhante às que são mostradas no programa. 

Mais certeza disto tive quando soube que hoje, o restaurante que irá sofrer a intervenção fica em Espinho e... sim, já lá fui algumas vezes. Lembro-me de ir lá quando namorava, chegou a ser o restaurante escolhido para comemorar um aniversário do nosso namoro. Na altura era um restaurante muito frequentado e não tivemos razões de queixa. A última vez que fui ao "Tomate" foi há mais de uma ano com as colegas de trabalho. 

E agora... penso... uppsss! Já comi lá! Sei que o programa já foi gravado o ano passado (não sei se antes ou depois de eu lá ir a última vez) mas fico agora na dúvida: irei lá novamente... ou não? 



segunda-feira, 10 de abril de 2017

Será que comprar professores com presentes constantes é o melhor para os nossos filhos?

Quando, numa escola pública de 1º ciclo, eu percebo que presentes compram professores e notas, penso que raio de ensino temos nós em Portugal... Que raio de alunos estamos nós a criar? Verdadeiramente capazes ou alunos aparentemente muito bons com prendinhas da Tous por debaixo da mesa à senhora professora? 

(às vezes juro que preferia não saber de certos casos para não chocar. E afinal isto não acontece apenas nas escolas privadas...)

Atenção: não estou com isso a dizer que não se deve dar um presente ao professor/educador que acompanha os nossos filhos. Eu diria que talvez seja normal, por exemplo no natal, dar um miminho à pessoa que acompanha o percurso escolar diário do nosso filho na escola. Mas daí a tornar isso um hábito recorrente, não só no Natal, como na Páscoa, no final do ano e noutras épocas que nem sempre são festivas, vai muito. Já para não falar das pessoas que quase estendem a passadeira vermelha quando falam com o professor dos filhos. Só falta babarem-se para cima do docente. 


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Quando se tem de ser o melhor de todos.

Entristece-me a ideia que há pais que estimulam a competitividade extrema nos filhos. 
Entristece-me saber que conheço pais assim, que querem que os filhos sejam o topo. Se não o são, é um problema instalado. 
Eu até percebo que os pais queiram que os filhos se destaquem. Mas daí a tornar isso uma obsessão, vai um passo de gigante. 
Há miúdos que têm de ser os melhores no piano, na turma, no futebol, no atletismo, etc. E não me venham com a conversa que eles gostam de ser assim, os miúdos são assim porque lhes incutem essa ideia desde casa. 
A minha patroa é o exemplo perfeito do que eu não quero ser como mãe. E ainda bem que existem exemplos destes: aprendemos não só com os exemplos com os quais nos identificamos, como também com os casos que nos deixam sem palavras. O filho mais novo dela tem de ser o melhor na música, tem de ser o que tira melhores notas na turma e até no atletismo, o nível de competitividade existia, quando era suposto tratar-se uma atividade de lazer e de descontração. Na última competição, o miúdo ficou em 8º lugar e acabou por sair do atletismo. 
"Ele é como eu, ou se entra para se ser o melhor, ou então aquilo não tem piada. Desmotiva logo uma pessoa.", disse ela. 

Querida patroa, na vida, vamos percebendo que nem sempre conseguimos ser os melhores. Podemos tentar (e para isso, convém não atropelar ninguém para atingir os nossos fins), mas nem sempre chegamos lá. Se isso é um sinal de fracasso? Pode o ser, mas nem tudo depende estritamente de nós. Daí que seja também importante criarmos miúdos que percebam que lidar com o fracasso também faz parte da aprendizagem do que se chama de vida.