quarta-feira, 21 de junho de 2017

Ir para a praia com miúdos e levar a casa às costas.

Depois de ter estado cinco dias no Algarve, percebo que nem dois minutos me deitei a apanhar sol na minha rica toalhinha. Isto de ter filhos é maravilhoso, sim senhor, mas uma pessoa deixa de saber o que é ir para a praia alapar o lombo no areal e morenar. 
De manhã estamos cerca de 2 horas na praia e à tarde só íamos depois das 17 horas. Era tanto calor que nas chamadas "horas perigosas" só se estava bem dentro de casa, com uma ventoinha ligada. 
E na hora de ir para a praia, era vermos carregados que nem burrinhos. Só o saco dos brinquedos de praia metia medo para tamanho. Mais as toalhas. Mais a comida e bebida para a filha na praia. Mais isto e aquilo. E mais a filha ao meu colo. Basicamente, chegávamos à praia arriados já e depois o tempo era passado entre fazer covinhas, piscinas com túneis para a água do mar entrar e castelos na areia. 

O melhor de tudo? 
Vê-la feliz, a brincar na areia, a "panar-se" com areia no rabo, na cara, nos braços, em todo o poro. E vá, vê-la assim tão feliz na areia compensava os 14740 kg de tralha que se levava para a praia, os 28765 banhos dados para tirar a areia, as 3478 vezes que lhe pomos protetor solar. 





segunda-feira, 19 de junho de 2017

Que belo 31.

Depois de cinco dias em terras algarvias, com temperaturas às quais o meu corpinho nortenho não está de todo habituada, volta-se à rotina habitual. E volta-se ao trabalho no dia em que faço 31 anos. Digamos que me despedi dos 30 no bem bom e entro nos 31 a trabalhar. 
Que os 31 me tragam muita coisa boa. Mais calma e paciência também. Melhor humor nos dias em que no trabalho só me apetece mandar tudo às urtigas. Que me tragam bons momentos para viver com a minha filha e com o marido mais espetacular, que parece que foi feito mesmo para mim. 


sábado, 17 de junho de 2017

Vou virar bolinha. Não de berlim. Mas de celulite.


A primeira vez que comi bolas de berlim na praia foi aqui no Algarve, há 3 anos. É uma pena as praias lá no Norte não implementarem todas esta venda: copiem, meus senhores, este hábito. Nós não nos importamos. Apesar de saber que em alguns locais aqui no norte já se vende bolas de berlim no areal, ainda se contam pelos dedos de uma mão as que já as vendem.
Claro está que a dieta não se adequa a tais hábitos. Mas que se lixe a dieta! Se pessoalmente já é daqueles bolos que adoro, na praia, a coisa sabe ainda melhor. Uma pessoa come uma bolinha de berlim e apetece logo comer outra. Mas há que se conter e esperar pelo dia seguinte para marfar outra. 
Vida chata esta!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Ordem para os próximos dias: respirar fundo. E aproveitar. Muito.

Feitas as provas de aferição do 5º ano a História e Matemática/Ciências, os testes de 6º também arrumados e terminando hoje os testes dos meus alunos de 3º e 4º ano, vou respirar melhor nestes próximos 5 dias. 
A partir de segunda, começam as atividades de férias com alguns alunos (o 1º Ciclo só acaba as aulas a 23 de junho) e voltam as dores de cabeça mas meti na cabeça que entre amanhã e domingo, vou (tentar) pensar o menos possível em trabalho e vou rumar a sul, para o Algarve. Quinta é feriado e tirei assim dois dias (hoje e sexta). 

Preciso destes dias. 
Aliás, precisamos todos cá em casa. 
Este ano ainda não fomos à praia (malditas nortadas e ventanias que não nos deixam em paz aqui no Norte) e esperemos brincar muito na areia, tal como já prometi à minha filha. 
Fui ver a meteorologia e fiquei um tanto ou quanto apreensiva: se me queixo das nortadas do local onde moro, vou para Monte Gordo onde nos esperam 35 a 37 graus. Num dos dias, às 19h, está previsto 35º. Vou passar do 8 ao 80. Vamos lá ver se me vou dar com tanto calor. As idas à praia vão ser de manhã ou mesmo só ao fim da tarde. Mas o que quero mesmo é respirar fundo, longe dos meus alunos, que gosto muito, mas que me dão tanta preocupação ao longo do ano letivo. 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Das reuniões de trabalho.

Semana passada, a diretora do centro de estudo onde trabalho decidiu marcar uma reunião com todas as funcionárias. Tinha 24 assuntos para falar mas só teve tempo para falar em 17, até porque já passava das 21 horas e cada um tem a sua vidinha. 
A meio da dita reunião, ela pediu para cada uma de nós dizer um defeito e uma qualidade acerca dela. Defeitos todas nós apontamos prontamente. Qualidades foi mais complicado. Tivemos de pensar mais. Ela até que é boa pessoa, mas às vezes vive numa realidade diferente das demais pessoas. Nem toda a gente nasceu num berço de ouro como ela e quando assim é, eu penso que é muito difícil para ela perceber certos comentários de pais que sabem que ali paga-se tudo e mais alguma coisa. 

Mas adiante. 
Uma vez que ela nos pediu para indicar um defeito e uma qualidade acerca dela, nós pedimos que o fizesse em relação a cada uma das funcionárias. 
Assim sendo, a maior qualidade que ela me atribuiu foi o facto de ser muito organizada no apoio pedagógico que presto aos meus alunos e de puxar por eles na dose certa. 
Defeito? "Não gosta de me ouvir" - disse ela. 
Verdade, verdadinha, pensei eu.

Vai-se a ver e a minha chefe conhece-me melhor do que aquilo que eu pensava. 

domingo, 4 de junho de 2017

Constatações.

Percebemos que já não temos um bebé em casa quando vamos com a filha tirar a primeiro foto tipo passe para as inscrição na pré-escola e quando o tema de conversa cá em casa é quem será o encarregado de educação da filha no infantário.