sábado, 14 de outubro de 2017

Novidades a caminho

Quando a S. nasceu, os primeiros tempos não foram nada fáceis. 
Eu diria que o primeiro meio ano dela foi tudo menos cor de rosa. Foram muitas mudanças e na altura, lembro-me perfeitamente de pensar que ficaríamos por aqui. 
Mas o meu sonho sempre foi ter dois filhos. E sendo eu filha única, com uma família tão pequena, sempre disse que queria dois filhos para que eles, um dia, se tivessem sempre um ao outro. 

A Pimentinha foi crescendo e a sensação de voltarmos a entrar nesta aventura de sermos pais, voltou. E no início deste ano, pensamos a sério nisso. Fizemos exames. Estava tudo ok. Entretanto e, por questões de trabalho, adiamos os planos para o início do verão. E em Julho soube que estava grávida. Só duas pessoas é que souberam na altura: primeiro a minha sogra e passado uns tempos, a minha colega de trabalho mais próxima. Deixamos Agosto passar e entretanto contamos aos meus pais e à restante família, até porque fisicamente, começou a notar-se. 

Ainda não sei se é rapaz ou rapariga. 
Com a S. tivemos quase a certeza que era uma menina na ecografia das 12 semanas. Desta vez, não se conseguiu ver nada em concreto e, com 16 semanas, só quero é que venha com saúde. Até há bem pouco tempo, esta gravidez marcou-se pela calma, um primeiro trimestre sem enjoos (nunca soube o que era isso), mas nestes últimos tempos, o trabalho tem sido em demasiado e com níveis de stress a atingir o auge. E esta semana foi o pico. E senti, pela primeira vez, um cansaço extremo físico e, acima de tudo,psicológico. Vontade de chorar a toda a hora, porque não estou a pôr-me em primeiro lugar. 
Só espero que venham dias mais calmos no trabalho. Se isso não acontecer, só sei que dificilmente conseguirei trabalhar até à véspera como da primeira gravidez. Eu queria que isso acontecesse, mas quando vejo que a minha rica patroa não me pouca em nada, bem pelo contrário, penso que ela não merece tal esforço da minha parte. A ver vamos. 



Eu bem sei que para a semana dizem que volta a chuva, mas... vai aqui o desabafo.

Já não me basta trabalhar dez horas por dia à segunda e sexta e onze horas por dia à terça, quarta e quinta, ainda tenho de trabalhar ao sábado de manhã (e nem sequer ao sábado recebo por isso, mas adiante). Em Outubro voltaram os sábados de trabalho. Que m****! E hoje, a meio da manhã, olho cá para fora e penso "O S. Pedro deve ter mesmo problemas comigo". 
É que Setembro não nos deu grandes fins de semana. Ora estava vento, ora nevoeiro, ora frio, mas desde que comecei a trabalhar ao sábado, que apanho o segundo fim de semana de calor e eu... enclausurada. 

sábado, 30 de setembro de 2017

O dinheiro não estica. Porra, que chatice!

Por cá, andamos a (tentar) entrar em modo contenção no que diz respeito a gastos. A verdade é que a entrada da Pimentinha no infantário marcou uma nova fase no nosso orçamento familiar. Despender 320€ numa mensalidade que até ao momento nunca tivemos faz diferença ao final do mês, apesar de ela ter entrado numa IPSS. E estamos a tentar cortar no que podemos. Mas não é fácil. O dinheiro não estica, veio o tempo mais frio e as roupas da S. do ano passado já pouco se aproveitavam, veio uma conta do condomínio de cerca de 600€ para pagar para obras que futuramente se realizarão no prédio. E tudo junto, é uma grande chatice. 
Hoje dei por mim a fazer contas ao que já gastei. 

  • cerca de 47€ no hipermercado (amanhã ainda terei de ir lá novamente);
  • 24,50€ na Modalfa (prenda de aniversário de uma amiga);
  • 15€ para unhas e buço;
  • 14,95€ nos chineses para comprar umas coisas que andavam aqui em falta para a organização da casa. 
E assim, numas horas, o dinheiro voa. Durante a semana as despesas são poucas: não comemos fora à hora de almoço, trabalhamos perto de casa, os gastos em gasóleo são moderados. Mas ao fim de semana, notamos por aqui que o dinheiro sai da carteira num instante. Para isto, para aquilo e para mais não sei o quê. 
E por aí, o dinheiro estica ou também vos foge? 


Chiça, que isto às vezes era bem mais fácil se à terça ou à sexta feira, 
o raio do Euromilhões decidisse acertar na minha morada. 

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Deve ser da idade, mas há coisas que me custam cada vez mais a ouvir.

O ser humano é capaz de coisas fantásticas, mas também é capaz de revelar o seu lado pior. E talvez seja da idade, mas tenho cada vez menos intolerância com certas pessoas que têm atitudes mesquitas, preconceituosas e que julgam os outros à mínima coisa. 
Sim, já todos nós julgamos os outros numa ou noutra situação e depois percebemos que estávamos errados. 
Mas pelo que vou percebendo, tenho à minha volta pessoas que o fazem constantemente. E isso incomoda-me cada vez mais. Se alguém anda mais em baixo, é "porque a vida lhe corre mal, que não comprasse um carro tão xpto, que não morasse numa moradia tão xpto, assim já não tinha problemas de dinheiro e já andava melhor". 
Mas quem disse que são problemas de dinheiro que justificam o facto das pessoas andarem mais tristes ou em baixo? 

Esta semana, sobre um senhor que perdeu um filho em Fevereiro deste ano, num acidente de mota, alguém disse "Estas pessoas não aprendem nada com a vida, este não aprendeu nada com a morte do filho. Se calhar Deus reservou-lhe isto para lhe ensinar muita coisa". 
Ouvi isto e choquei.
Tenho muito boa impressão deste senhor e quando lhe aconteceu isto, confesso que foi um choque para mim: o filho tinha 24 anos e era alguém que eu via quase todas as manhãs a caminho do trabalho e na altura, chocou-me a imprevisibilidade da vida: num dia está tudo bem, noutro dia sai para ir para um treino de futebol e não chega mais a casa. 
Ao ouvir aquelas palavras parvas pensei no quanto o ser humano pode ser mau: achar que a morte de um filho acontece para ensinar muita coisa a uma pessoa é de alguém muito pequenino na sua essência. Há pessoas que deviam de estar caladas. Sim, há pessoas que caladas faziam um belo discurso. 

domingo, 24 de setembro de 2017

Portugal e as diferenças de clima.

As previsões apontavam para um primeiro fim de semana de Outono com temperaturas a rondar os 20 e os 30 graus. Quando leio estas notícias, fico sempre com a sensação de que se esquecem do norte litoral. É que por aqui, domingo à tarde, chove, está um tempo cinzentão, que só convida a mantas e sofá. Mas há uma filha cá em casa que não pará e mantas e sofá era cenário do tempo em que éramos só dois a viver cá em casa. Há uma semana que os pijamas de verão foram guardados até para o ano, saindo da gaveta os pijamas quentinhos. Decididamente custa-me muito dizer adeus ao verão. Mas o que tem de ser, tem muita força. 

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Zippy, vê se me ouves e patrocinas a minha miúda, o que achas?

Este fim de semana aproveitei que a Zippy estava com 20% de desconto em talão e fui fazer umas compras para a miúda. Vem aí o tempo mais frio e pouca roupa consigo aproveitar do ano passado. Só de pensar nisso, já ouço a minha carteira a chorar baba e ranho.
E é nestas alturas que tenho muita, muita, muita pena de não ser uma blogger famosa a quem a Zippy me pediria publicidade em troca de umas peças de roupa para a minha Pimentinha. Ainda há pouco fui espreitar um blog que toda a gente lê e lá estava o filhote da dita dona do blogue cheio de estilo com roupa da Zippy. 

Dava-me um grande jeitaço às vezes ser famosa e ter coisas à borla. 
Oh, se dava!