segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Quando a persistência de algumas empresas me faz bufar.

O tempo passa, mas há coisas que não mudam: continuo com muita pouca paciência para telefonemas da Amplisom, do Barclays, do Círculo de Leitores, da NOS, da MEO e afins. 

Não consigo ser indelicada com as pessoas, porque no fundo estão a fazer o seu trabalho: são pagos para convencer as pessoas, mas quando me ligam uma vez e digo que não estou interessada e passado dois dias, ligam novamente com o mesmo discurso, volto a dizer que não estou interessada e passado dias, insistem novamente, é coisa para me pôr a respirar fundo de modo a evitar ser mal criada. 
Respiro fundo. E digo que não estou interessada. Pela terceira vez. 
Será que não percebem? 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Estamos sempre a aprender com as pessoas.

Porque é que as pessoas, perante a patroa, nada dizem e nem abrem a boca sobre temas que supostamente muito tinham a dizer?

Porque é que as pessoas, quando a chefe não está, dizem que vão dizer isto ou aquilo e quando o tema surge à baila, com a patroa à frente, ficam caladinhas que nem um rato?

Há pessoas que ainda não perceberam que podem expressar o que pensam, desde que o façam com bons argumentos e, de forma, educada, claro. Todos nós somos livres de expressar o nosso ponto de vista.

No meu local de trabalho, damo-nos muito bem entre colegas, mas na hora de falar, fico eu a falar sozinha. O resto (sobretudo a pessoa que mais havia de falar porque leva na cabeça todos os santos dias) limita-se ao silêncio quando chega a hora de pôr os pontos nos i's. 
E a semana passada, aprendi a lição. Aprendi que não vou falar para defender quem se cala e quem mais reclama nas costas da patroa. 
Aprendi que vou falar quando algo comigo não estiver bem. Agora falar pelos outros não o vou fazer mais. Já somos todos crescidinhos para cada um se defender. 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Dá que pensar.

As preocupações com a alimentação, hoje em dia, são cada vez maiores. 
E ainda bem. 
O lema "somos o que comemos" ouve-se cada vez. E eu, apesar de ser pessoa que gosta de comer bem, ando a ter mais cuidado. O ano passado perdi 6 quilos e recentemente comprei umas calças 36, algo que já não fazia há mais de dez anos. Mas mais do que perder peso, preocupa-me aprender a comer melhor. E esta notícia merece uma leitura atenta. 

Dá mesmo que pensar. 



terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Fazer contas à vida e estabelecer prioridades.

Sempre dissemos que quando a nossa filha fizesse 3 anos, seria a fase ideal para a colocar no pré-escolar. Até agora, ela tem estado com a avó, adoramos ver a relação especial que ela criou com a avó. E não achamos que ela esteja mais atrasada do que as crianças da idade dela, só por não andar num infantário.

Mas agora chegou a altura de pensar nisto. Ela faz 3 anos no próximo mês de Junho e parece-nos que entrar no jardim de infância em Setembro será a melhor opção.

Não sei como é o cenário no restante país, mas por aqui, a oferta em termos de ensino público, para os 3 anos, é praticamente nula. E em termos de infantários privados, a oferta é maior mas as mensalidades rondam os 300€. Mas como é óbvio, há de tudo: há locais que assustam só de ver por fora (e nesse caso, as mensalidades rondam os 200€/220€). E há outros locais que aparentemente deixam-nos com mais certezas sobre serem, possivelmente, sítios seguros e que nos inspiram mais confiança para termos lá a Pimentinha.

Esta semana já fomos ver dois jardins de infância. E não vou negar que as otimas referências que tinha do primeiro local que visitámos confirmaram-se aquando da visita. Mas são 200€ de inscrição, 320€ de mensalidade, fora os gastos iniciais com o equipamento da instituição. 
E depois, no outro lado da balança, há locais que ainda não fomos ver mas dos quais já vimos fotografias do espaço, já ouvimos falar mas que olhamos e pensámos que falta ali qualquer coisa para os considerarmos como possibilidades a ter em conta na hora de decidir qual o pré-escolar para a nossa filha. E nesse caso, as mensalidades já baixam 50€, noutros casos baixam 100€. 

Resumindo: não sei bem para onde me hei-de virar. Uma mensalidade de 300 e tal euros pesa num orçamento. E se eu pensar que para casa, feitas as contas com descontos para a Segurança Social, trago um salário mínimo, serve-me de descanso saber que o meu marido ganha substancialmente melhor do que eu. Senão estávamos tramados. Por outro lado, falamos do bem estar e do crescimento da nossa filha. E se calhar, prefiro cortar a muita coisa para tentar dar-lhe o que considero ser o melhor, pelo menos até aos 5 anos, altura em que acho que talvez já consiga vaga para ela no ensino pré-escolar público. 

Avizinham-se tempos de ponderações e decisões. 

p.s. Queridas mães que vêm aqui ao blogue, não vos vou pedir para 
dizerem quanto pagam pelo infantário dos vossos filhos, mas os 
valores que se praticam por este Portugal fora são idênticos a esta realidade?


Coisas que me arrepiam só de olhar

Por estes dias, fui ao talho e eis que o dono anda lá a servir as pessoas de t-shirt e com o seu avental de talhante. 
T-shirt. De manda curta. Num talho (sítio por si só já bastante arejado).
E eu encasacada até ao pescoço.
E é nestas alturas que percebo que o mundo é feito de pessoas diferentes. 

domingo, 15 de janeiro de 2017

Essa coisa da bimby.

A Bimby sempre exerceu algum fascínio sobre a minha cabeça. Uma máquina que, ao que dizem, faz maravilhas. Mas o preço nunca me agradou e nunca pensei muito nisso. 
Na semana passada, fui jantar a casa de uma colega de trabalho que comprou no mês passado a tão famosa Bimby. Deu para perceber que é bem mais evoluída do que aquilo que eu pensava. Tem uma pen que vai dizendo os ingredientes e o modo de confeção da receita e uma pessoa orienta-se facilmente. 
Sim, a comida ficou muito boa.
Sim, poupa-se tempo. 

Mas o preço continua a não me agradar e este ano, há que estabelecer prioridades no que diz respeito a gastos. 

Se me perguntarem porque não compro a bimby se há a possibilidade de a ficar a pagar mensalmente durante 4 anos como a minha colega está a fazer, eu digo-vos que essas coisas das prestações cá em casa nunca funcionaram, a não ser para o empréstimo, ao banco, da casa e do carro. 
Tudo o resto, compramos se pudermos pagar na hora. Há pessoas que compram o frigorífico e a mobília do quarto e ficam a pagar a prestações durante não sei quanto tempo. Respeito essas decisões, mas cá em casa quando se compra, é porque se pode. Não há cá 30€ para isto, 40€ para aquilo, 60€ para não sei que mais. 
É que feitas as contas, há famílias com tantos montinhos a retirar todos os meses do orçamento global, que depois pouco fica para o que realmente interessa. 


O importante de tudo isto?
Já vi a modernaça da Bimby a funcionar. Gostei mas vou guardar o desejo de adquiri-la para daqui a uns anos.