quarta-feira, 16 de julho de 2014

Um pouco a propósito do post anterior.

Na minha família não tem havido casamentos e no futuro a perspectiva é de continuar. 
O mesmo se passa com os bebés. 
Já não nascia ninguém na minha família há 15 anos. 
Nasceu agora a Pimentinha, mas antes disso, criançada nada. No Natal não havia crianças a fazer barulho e algazarra. Éramos todos crescidos [este ano ainda bem que será diferente]. 

Por isso chego rapidamente à conclusão que se todas as famílias em Portugal fossem como a minha, o país estava mais que envelhecido. 
E nem a propósito, ontem soube que o governo encomendou um estudo independente sobre a natalidade no nosso país. Já vieram apresentar várias propostas para impulsionar o nascimento de novas crianças. Acho bem. Muito bem. Mas da teoria à prática vai muito. O grande problema é esse. 

[uma das medidas seria a isenção, para as empresas, do pagamento da TSU se contratassem funcionárias grávidas. Todos nós sabemos que hoje em dia, as entidades patronais dificilmente contratam mulheres grávidas...]

4 comentários:

Ana Nunes disse...

O problema é que lembram-se da taxa de natalidade de tempos a tempos, fazem-se estudos mas nunca se chega a lado nenhum e, pior, as notícias são sempre em benefício das entidades patronais, em vez de serem em benefício das mulheres contratadas, nem incentivos existem... como é o caso da nova "regra" em que as mulheres têm de estar uns 5 anos sem engravidar. Vamos ver se é desta que fazem alguma coisa!

E, quem sabe, este ano se o meu natal já não vai ser com um bebé na família, estou desejosa :)

Moa disse...

Eu fui contratada grávida mas, por uma entidade pública. Espero que ponham isso tudo em prática para poder dar um mano(a) à M.
O Natal tem outro sabor com crianças em casa!

Blackbird disse...

Acho que fazem bem em dar incentivos mas não estou a ver até que ponto isso vai fazer um casal ter (mais) filhos. A verdade é que mesmo com esses incentivos as coisas no nosso país continuam muito mal...

mmm´s disse...

Medidas que não vão passar do papel, creio eu!