quinta-feira, 28 de julho de 2016

Os bons exemplos.

O Nuno Markl e a Ana Galvão, como sabem, separaram-se aqui há uns tempos. Ele fez anos a semana passada e houve festa surpresa. Uma das pessoas a quem ele fez questão de agradecer num post no seu facebook foi precisamente à sua ex-mulher e segundo ele "a minha melhor amiga e uma das melhores mulheres do planeta".
E isto é de se louvar. Casais que se separam e que ficam na mesma unidos, até porque no caso deles há um filho em comum.
Se há coisa que me choca é ver casais separados que verbalmente agridem-se constantemente e os filhos andam ali de um lado para o outro, como se fossem armas de arremesso. No meu local de trabalho, há miúdos que são filhos de pais separados e nota-se bem o quanto ficam afetados quando pai e mãe não se entendem.

Penso sempre para mim que se duas pessoas se casaram ou estiveram a viver juntas, é porque amavam-se. Num determinado momento da vida dessas pessoas, amaram-se. E se agora isso não acontece, porque razão destilar tanto ódio e repugnância por alguém que um dia foi tudo para essa pessoa?

6 comentários:

Gorduchita disse...

Acho que exatamente por isso: porque em tempos foram o "tudo" um do outro. Porque uma das partes muitas vezes foi preterida, e sente demasiada amargura (para não lhe chamar outra coisa).
Mas não há desculpas para envolver os filhos! Isso já não pode ser! Isso já não percebo que se faça!

♥Cat disse...

Concordo contigo que seria sempre melhor se os casais se separassem em bem e mantivessem um relacionamento saudável. A verdade é que nem todas as relações acabam a bem, às vezes há histórias tristes que separam casais, comportamentos condenáveis, corações feridos... e isso torna tudo mais difícil. Ainda assim, claro, há sempre que tentar salvaguardar as crianças, mas cada caso é um caso.

Nany disse...

Não é fácil mesmo, mas quando existem crianças no meio, por elas deviam pelo menos ser civilizados.
Bjs

ML disse...

Por acaso fiquei surpreendida quando anunciaram o divórcio mas fico feliz de cada vez que vejo o respeito e amizade que continuam a ter um com o outro e penso na felicidade que isso é para o filho de ambos!

Magda E. disse...

Li há pouco tempo um livro sobre esse tema. Deu-me cá um aperto no peito.

AMOR XXS disse...

Presenciei de perto a separação de uma amiga e foi de levar as mãos à cabeça a estupidez que houve pelo meio. É muito complicado quando as pessoas não olham a meios para atingir a ex-cara-metade, esquecendo-se quem paga é sempre a criança.