terça-feira, 4 de março de 2014

Sabemos que não é propriamente muito saudável, mas de vez em quando sabe tão bem...


A primeira vez que provei alguma coisa do McDonalds devia de ter uns 12 anos. Foi um Happy Meal e na altura detestei. 
Só voltei a comer alguma coisa do McDonalds por volta dos meus 20 anos, é verdade. Provei um McChicken e gostei imenso. 
Desde dessa altura vou lá, mas nada de muito frequente. Todos nós sabemos que trata-se daquele tipo de comida que não é propriamente muito aconselhável.
Mas depois aparecem-me estes cupões na caixa do correio, de vez em quando. Eu bem preferia não os receber, que assim não caía em tentação da próxima vez que for a um shopping. Não me afundo em fast food e talvez por ser tão raro, quando lá vou, a verdade é que me sabe muito bem.

Por que é que as coisas que nos fazem mal, sabem tão bem? 



segunda-feira, 3 de março de 2014

Carnaval??

Hoje, no trabalho. 

M. - Então professora, hoje vais mascarar-se de quê?
Eu - Eu?! De nada. 
M. - Mas não vai a nenhuma festa logo à noite?
Eu - Humm... Não. A minha fantasia de Carnaval logo à noite acho que vai ser o meu pijama, a acompanhar-me o meu sofá, o meu marido e a televisão. 

É que por aqui amanhã é dia de trabalho, um dia normal de trabalho, com o despertador a tocar às 7h da matina, porque sabe-se lá bem porquê, decidiu-se que iríamos estar abertos, porque supostamente o Governo retirou a terça feira de carnaval dos feriados obrigatórios. 
[a parte menos gira é que aposto que a entidade patronal vai ficar em casa e a grande maioria dos miúdos em casa irá também ficar, pelo que ainda estou por perceber porque raio vou trabalhar amanhã]

domingo, 2 de março de 2014

É fim de semana. Não pensemos em dietas :)


Uma das iguarias típicas cá do Porto são as francesinhas. Claro está que estamos a falar de algo muito (muito, muito, muito) calórico e que não se deve comer propriamente todas as semanas. Mas há muito tempo que não comia uma. 
Ontem, num jantar de amigos, fomos ao Yuko Tavern e fiquei maravilhada. 
Eu achei que já tinha comido francesinhas boas, mas depois uma pessoa come uma francesinha deste simpático restaurante e nada é como antes: isto sim, é o topo. Excelente é mesmo a melhor palavra para a descrever.
O espaço é super acolhedor e bem concorrido. Quem for desta zona tem de lá ir. Quem não for e um dia vier ao Porto e quiser comer uma francesinha demasiado boa para ser verdade, não se pode esquecer deste nome: Yuko Tavern.


E não bastava as francesinhas serem um verdadeiro pecado, o cheesecake é divinal. 


E por aí, há adeptos da Francesinha?


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Podem chamar-me antiquada. Eu deixo.

Faz-me uma certa confusão pessoas, nos seus belos 30 e tal anos, escreverem mensagem com x's, k's e outras abreviaturas que tal.
Eu tenho alguma dificuldade em perceber coisas como "Estax pronta a k horas? Paxo em tua kasa daki a pc tempo". "N extou em kasa, vim à pixcina", etc.
Eu bem sei que sou um pouco exigente na escrita, com os acentos, correcção ortográfica e pontuação, mas isso faz parte da minha profissão. E qualquer coisa fora do normal, deteto logo.
Mas ao ler mensagens assim, parece que estou a ler mensagens de adolescentes e não de gente crescida.
E quando falta pontuação? Ui... dá-me logo vontade de perguntar à pessoa se o telemóvel não tem a tecla do ponto de interrogação, exclamação, ponto final, vírgula...

Chamem-se esquisita, mas nisto da escrita eu sou muito old fashion.



terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Quando quiseres dar nas vistas, segue a dica.



A miúda até que andava longe dos holofotes. Mas no seu 33º aniversário Paris Hilton decidiu que não bastava ser notícia devido ao facto de comemorar mais um aniversário. Vai daí e há que deixar as cuecas em casa e foi assim para uma discoteca para festejar em grande com os seus convidados. 
Li algures que ela foi vestida de princesa (só se for devido à tiara no cabelo)... Hummm, eu tenho outro nome para isso, mas como sou bem educada, vou-me calar...


domingo, 23 de fevereiro de 2014

E amanhã temos pela frente mais uma semana.

Sou daquelas pessoas que (infelizmente) quando chega a casa, não desliga o botão do trabalho. 
O trabalho vem comigo e dou por mim a cansar-me com isso. Ora venho com os nervos em franja ao fim do dia, ora trago trabalho para casa (porque o tempo não dá para tudo) durante a semana ou até mesmo ao fim de semana, ora chego a casa e estou uma hora a relatar isto e aquilo que se passou ao Apimentado (que desde já digo que é o melhor marido do mundo por me ouvir, ouvir e ouvir). 
E de noite, volta e meia, lá sonho com isto ou aquilo, com os testes que os miúdos vão ter, com a preparação deles, com as atividades da Páscoa que não tarda nada estão aí.
E eu tenho de abrandar o ritmo. Eu sei que tenho. Se atualmente trabalho 11 horas por dia e ainda venho para casa assim, qualquer dia dou em doida. Qualquer dia deixo de ter vida própria. E é isto que eu repito mil e uma vezes para mim. Não pode ser. 

Pois, não pode. Mas eu sei que a curto prazo, a minha cabeça não vai dar para tudo. Há muita coisa que vai ter de mudar e eu vou ter de parar de ser assim e de ter este ritmo alucinante. Tenho de chegar a casa e pôr-me em off. 

Pimenta, é mesmo um dos objectivos a concretizar a breve prazo. Mentaliza-te disso.


E desse lado, temos pessoas como eu ou vocês têm juízo e deixam o trabalho no trabalho?