sexta-feira, 7 de março de 2014

"O" vestido. O meu eterno vestido.


Hoje estava a arrumar cá em casa umas coisas e dei com o catálogo onde está o meu vestido de noiva. Guardo o catálogo religiosamente. 
Casei em 2011 e passado este tempo, continuo a olhar para o meu vestido e penso que foi a escolha mais acertada. Era a minha cara.. E sim, a mim aconteceu-me a tão famosa história que todas as noivas falam: experimentei vários vestidos mas aquele foi o que me ficou na mente desde o primeiro momento. 
Facilmente percebi que podia experimentar outros, mas nenhum tinha provocado em mim aquela sensação de me imaginar perfeita no dia do meu casamento. 

O processo de escolha do vestido começou com uma ida ao Porto, sozinha. 
Sim, eu fui sozinha fazer a primeira "ronda" de seleção de vestidos. Há quem diga que eu fui maluquinha por não levar ninguém comigo. Eu até acho que houve funcionárias nas casas de vestidos de noiva que não me levaram a sério, porque estava eu sozinha e pensavam elas "oh esta miúda quer é experimentar vestidos e sonhar com o grande dia". 
Acima de tudo eu não queria ter opiniões de terceiros num primeiro momento. Queria fazer uma seleção de pelo menos 4 vestidos. Assim o fiz, mas com a minha preferência já bem definida. 

Num segundo momento, fui ao Porto com a minha mãe. Vesti aqueles que tinham ficado na minha "lista". Ela gostou de me ver em todos, mas disse que efetivamente eu ficava perfeita na minha primeira escolha. E assim foi, ela só confirmou a ideia que eu tinha. 
E o vestido preferido acabou por ser o vestido escolhido. 
E até hoje, já vi muitos vestidos fantásticos, em catálogos, em noivas, mas para mim não há nenhum que seja tão bonito como o meu. Mas opinião igual deve ter as diferentes mulheres que já passaram por este momento face ao vestido que escolheram para o grande dia.






Vestido Capricho - Colecção 2011 San Patrick



quinta-feira, 6 de março de 2014

Ou virou moda ou então é uma simples coincidência.


No Facebook têm surgido várias fotografias de turmas do 1º ciclo de há muitoooooos anos atrás e as pessoas lá se vão identificam e publicamente falando sobre o paradeiro de alguns daqueles miúdos que hoje são adultos.
Eis que um dia destes vejo uma fotografia da minha turma da primária e lá estava eu, com a minha camisola amarela e um grande panda estampado, o meu cabelo lindo de morrer e todo rebelde. 

E daqui só posso concluir duas coisas: 
1º A verdade é que há muita coisa que nós não podemos controlar no que diz respeito às redes sociais. Uma delas é que podem ir para lá parar fotografias nossas, de quando éramos meninos e meninas com penteados e roupas estranhas, mas que era o que se usava na altura. 

2º Verdade seja dita que daquelas pessoas que estão comigo na fotografia, a grande maioria perdi-lhe o rasto. Vejo uma ou outra colega de vez em quando, mas pouco mais do que isso. O resto dos contactos foram-se perdendo. Serei eu a única a quem isto aconteceu?


terça-feira, 4 de março de 2014

Sabemos que não é propriamente muito saudável, mas de vez em quando sabe tão bem...


A primeira vez que provei alguma coisa do McDonalds devia de ter uns 12 anos. Foi um Happy Meal e na altura detestei. 
Só voltei a comer alguma coisa do McDonalds por volta dos meus 20 anos, é verdade. Provei um McChicken e gostei imenso. 
Desde dessa altura vou lá, mas nada de muito frequente. Todos nós sabemos que trata-se daquele tipo de comida que não é propriamente muito aconselhável.
Mas depois aparecem-me estes cupões na caixa do correio, de vez em quando. Eu bem preferia não os receber, que assim não caía em tentação da próxima vez que for a um shopping. Não me afundo em fast food e talvez por ser tão raro, quando lá vou, a verdade é que me sabe muito bem.

Por que é que as coisas que nos fazem mal, sabem tão bem? 



segunda-feira, 3 de março de 2014

Carnaval??

Hoje, no trabalho. 

M. - Então professora, hoje vais mascarar-se de quê?
Eu - Eu?! De nada. 
M. - Mas não vai a nenhuma festa logo à noite?
Eu - Humm... Não. A minha fantasia de Carnaval logo à noite acho que vai ser o meu pijama, a acompanhar-me o meu sofá, o meu marido e a televisão. 

É que por aqui amanhã é dia de trabalho, um dia normal de trabalho, com o despertador a tocar às 7h da matina, porque sabe-se lá bem porquê, decidiu-se que iríamos estar abertos, porque supostamente o Governo retirou a terça feira de carnaval dos feriados obrigatórios. 
[a parte menos gira é que aposto que a entidade patronal vai ficar em casa e a grande maioria dos miúdos em casa irá também ficar, pelo que ainda estou por perceber porque raio vou trabalhar amanhã]

domingo, 2 de março de 2014

É fim de semana. Não pensemos em dietas :)


Uma das iguarias típicas cá do Porto são as francesinhas. Claro está que estamos a falar de algo muito (muito, muito, muito) calórico e que não se deve comer propriamente todas as semanas. Mas há muito tempo que não comia uma. 
Ontem, num jantar de amigos, fomos ao Yuko Tavern e fiquei maravilhada. 
Eu achei que já tinha comido francesinhas boas, mas depois uma pessoa come uma francesinha deste simpático restaurante e nada é como antes: isto sim, é o topo. Excelente é mesmo a melhor palavra para a descrever.
O espaço é super acolhedor e bem concorrido. Quem for desta zona tem de lá ir. Quem não for e um dia vier ao Porto e quiser comer uma francesinha demasiado boa para ser verdade, não se pode esquecer deste nome: Yuko Tavern.


E não bastava as francesinhas serem um verdadeiro pecado, o cheesecake é divinal. 


E por aí, há adeptos da Francesinha?


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Podem chamar-me antiquada. Eu deixo.

Faz-me uma certa confusão pessoas, nos seus belos 30 e tal anos, escreverem mensagem com x's, k's e outras abreviaturas que tal.
Eu tenho alguma dificuldade em perceber coisas como "Estax pronta a k horas? Paxo em tua kasa daki a pc tempo". "N extou em kasa, vim à pixcina", etc.
Eu bem sei que sou um pouco exigente na escrita, com os acentos, correcção ortográfica e pontuação, mas isso faz parte da minha profissão. E qualquer coisa fora do normal, deteto logo.
Mas ao ler mensagens assim, parece que estou a ler mensagens de adolescentes e não de gente crescida.
E quando falta pontuação? Ui... dá-me logo vontade de perguntar à pessoa se o telemóvel não tem a tecla do ponto de interrogação, exclamação, ponto final, vírgula...

Chamem-se esquisita, mas nisto da escrita eu sou muito old fashion.