terça-feira, 11 de março de 2014

Há barbas e barbas.

Há quem diga que um homem com barba fica um homem de topo.
Eu reconheço que há homens a quem a barba fica um must. Digamos que é a cereja no topo do bolo. Mas depois há aqueles a quem a barba dá um ar de cigano (nada contra a etnia cigana, atenção). 
O Apimentado tem uma barba muito forte, vai daí eu prefiro que ele a corte, porque senão deixa-me a cara vermelha e irritada [é o que dá as experiências de adolescente em frente ao espelho a cortar a barba que na altura nem barba era].

Homens de barba sim, mas não o meu, é a conclusão a que eu facilmente chego.


E por aí há fãs de barba?


segunda-feira, 10 de março de 2014

Marmitar.


Marmitar
Um verbo que achava eu que não existia (e nem sei se existe, para ser sincera). 
Mas a verdade é que muitos dos portugueses já se habituaram a incluir a palavra "marmita" na sua linguagem. Lembro-me de ir a passeios com a minha avó e levarmos uma marmita, mas penso eu que com o tempo foi-se perdendo esses hábitos. 
Agora, com a tão famosa crise, parece que voltaram os velhos hábitos. Há quem leve marmita para o trabalho. Eu tenho a sorte de me darem o almoço no trabalho e, por isso, não tenho de recorrer ao tupperware com comidinha, mas se tivesse de o fazer, não me incomodaria nada. 

Tudo isto para dizer que este fim de semana fui para um encontro nacional de casais de um grupo a que pertenço e duas refeições estavam incluídas, mas o almoço de sábado não. Podíamos ter ido a um restaurante, mas todos nós recebemos e-mail a convocar um almoço convívio e cada um devia de levar a sua marmita. Eu adorei a ideia e acho muito bem. É diferente. E se se poupa algum dinheiro, eu diria que o melhor mesmo é estarmos todos à volta de uma mesa a conviver, a petiscar isto ou aquilo do "vizinho", a partilhar. 


Por isso, só posso concluir que marmitar é o que está a dar :)

domingo, 9 de março de 2014

Depressão de domingo à noite? Sim ou não?


É algo recorrente nos meus domingos, a partir das 17h. Começo a pensar que amanhã é dia de trabalho e na quantidade de coisas que tenho de fazer, vou organizando mentalmente o que tenho de fazer em primeiro lugar e assim por diante. 
E depois dou por mim rabugenta. É fim de semana e já estou a pensar no trabalho. Um dia, li algures que houve especialistas que criaram uma terminologia que talvez se possa aplicar ao meu estado: depressão de domingo à noite.
É capaz de ser isso. Gosto de trabalhar e gosto do que faço, mas o fim de semana é sempre tão curtinho que eu olho para trás e penso como é possível ele já ter voado?!

Já ouvi dizer que o melhor remédio para evitar isto é sair ao domingo à noite, aproveitar o pouco que resta do fim de semana. Um dia destes, algures no tempo, eu posso tentar começar a praticar isso. Quiça. 

E por aí, também se sofre do mesmo mal?

sexta-feira, 7 de março de 2014

"O" vestido. O meu eterno vestido.


Hoje estava a arrumar cá em casa umas coisas e dei com o catálogo onde está o meu vestido de noiva. Guardo o catálogo religiosamente. 
Casei em 2011 e passado este tempo, continuo a olhar para o meu vestido e penso que foi a escolha mais acertada. Era a minha cara.. E sim, a mim aconteceu-me a tão famosa história que todas as noivas falam: experimentei vários vestidos mas aquele foi o que me ficou na mente desde o primeiro momento. 
Facilmente percebi que podia experimentar outros, mas nenhum tinha provocado em mim aquela sensação de me imaginar perfeita no dia do meu casamento. 

O processo de escolha do vestido começou com uma ida ao Porto, sozinha. 
Sim, eu fui sozinha fazer a primeira "ronda" de seleção de vestidos. Há quem diga que eu fui maluquinha por não levar ninguém comigo. Eu até acho que houve funcionárias nas casas de vestidos de noiva que não me levaram a sério, porque estava eu sozinha e pensavam elas "oh esta miúda quer é experimentar vestidos e sonhar com o grande dia". 
Acima de tudo eu não queria ter opiniões de terceiros num primeiro momento. Queria fazer uma seleção de pelo menos 4 vestidos. Assim o fiz, mas com a minha preferência já bem definida. 

Num segundo momento, fui ao Porto com a minha mãe. Vesti aqueles que tinham ficado na minha "lista". Ela gostou de me ver em todos, mas disse que efetivamente eu ficava perfeita na minha primeira escolha. E assim foi, ela só confirmou a ideia que eu tinha. 
E o vestido preferido acabou por ser o vestido escolhido. 
E até hoje, já vi muitos vestidos fantásticos, em catálogos, em noivas, mas para mim não há nenhum que seja tão bonito como o meu. Mas opinião igual deve ter as diferentes mulheres que já passaram por este momento face ao vestido que escolheram para o grande dia.






Vestido Capricho - Colecção 2011 San Patrick



quinta-feira, 6 de março de 2014

Ou virou moda ou então é uma simples coincidência.


No Facebook têm surgido várias fotografias de turmas do 1º ciclo de há muitoooooos anos atrás e as pessoas lá se vão identificam e publicamente falando sobre o paradeiro de alguns daqueles miúdos que hoje são adultos.
Eis que um dia destes vejo uma fotografia da minha turma da primária e lá estava eu, com a minha camisola amarela e um grande panda estampado, o meu cabelo lindo de morrer e todo rebelde. 

E daqui só posso concluir duas coisas: 
1º A verdade é que há muita coisa que nós não podemos controlar no que diz respeito às redes sociais. Uma delas é que podem ir para lá parar fotografias nossas, de quando éramos meninos e meninas com penteados e roupas estranhas, mas que era o que se usava na altura. 

2º Verdade seja dita que daquelas pessoas que estão comigo na fotografia, a grande maioria perdi-lhe o rasto. Vejo uma ou outra colega de vez em quando, mas pouco mais do que isso. O resto dos contactos foram-se perdendo. Serei eu a única a quem isto aconteceu?


terça-feira, 4 de março de 2014

Sabemos que não é propriamente muito saudável, mas de vez em quando sabe tão bem...


A primeira vez que provei alguma coisa do McDonalds devia de ter uns 12 anos. Foi um Happy Meal e na altura detestei. 
Só voltei a comer alguma coisa do McDonalds por volta dos meus 20 anos, é verdade. Provei um McChicken e gostei imenso. 
Desde dessa altura vou lá, mas nada de muito frequente. Todos nós sabemos que trata-se daquele tipo de comida que não é propriamente muito aconselhável.
Mas depois aparecem-me estes cupões na caixa do correio, de vez em quando. Eu bem preferia não os receber, que assim não caía em tentação da próxima vez que for a um shopping. Não me afundo em fast food e talvez por ser tão raro, quando lá vou, a verdade é que me sabe muito bem.

Por que é que as coisas que nos fazem mal, sabem tão bem?