Acredito fielmente que as pessoas são mais felizes em dias de sol. Até pode ser algo psicológico, mas as roupas mais leves, o sol a bater na cara retempera energias.
Que estamos todos fartos de chuva já toda a gente sabe e este sol que se tem mantido nestes últimos dias tem-me feito sentir mesmo bem. Houve dias durante a semana que de manhã já havia aquela aura de primavera no ar.
Bem sei que ainda vem aí muita chuva (já ouvi dizer que no próximo fim de semana chuva e frio vão voltar) mas enquanto o sol por aqui se manter, vamos aproveitá-lo bem*
domingo, 16 de março de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
Comer no shopping todos os dias?
Pelo que vou percebendo quando, por vezes estou na área da restauração dos shoppings, há muitos funcionários dos mais variados restaurantes que têm de comer no shopping todos os santos dias.
Eu, que lá vou apenas de vez em quando, penso que sou uma sortuda por poder comer no meu local de trabalho, comidinha caseira, confecionada no próprio dia e quentinha. Não dispenso a minha sopa e fruta e fritos é coisa rara.
Agora aquelas pessoas que estão sujeitas a comer o que lhe dão e impõe (tenha fritos ou não)... Hummm, não deve ser coisa fácil. E eu pessoalmente acho que facilmente enjoaria.
quarta-feira, 12 de março de 2014
O calor chegou ao pés das pessoas.
Hoje vi duas pessoas, em momentos diferentes do dia, de havaianas.
O tempo tem estado fantástico, digno de uma primavera antecipada. Mas ainda a semana passada andava eu de camisolas, lenços, as minhas pantufinhas quentinhas nos pés e efetivamente já tive de ir buscar algumas camisas mais de verão.
Mas daí a andar já de havaianas... ainda não consigo.
Não sei... mas é uma mudança muito brusca de temperaturas e o meu corpinho ainda tem de se habituar a esta primavera antecipada, depois de dias e dias de chuva, nevoeiro e tempo encoberto.
Vi esta imagem na net e não resisti. Estas havaianas são um amor. E lindas, lindas.
[Pena que o pé enfiado na havaiana, tape todo o encanto.]
terça-feira, 11 de março de 2014
Há barbas e barbas.
Há quem diga que um homem com barba fica um homem de topo.
Eu reconheço que há homens a quem a barba fica um must. Digamos que é a cereja no topo do bolo. Mas depois há aqueles a quem a barba dá um ar de cigano (nada contra a etnia cigana, atenção).
O Apimentado tem uma barba muito forte, vai daí eu prefiro que ele a corte, porque senão deixa-me a cara vermelha e irritada [é o que dá as experiências de adolescente em frente ao espelho a cortar a barba que na altura nem barba era].
Homens de barba sim, mas não o meu, é a conclusão a que eu facilmente chego.
E por aí há fãs de barba?
segunda-feira, 10 de março de 2014
Marmitar.
Marmitar.
Um verbo que achava eu que não existia (e nem sei se existe, para ser sincera).
Mas a verdade é que muitos dos portugueses já se habituaram a incluir a palavra "marmita" na sua linguagem. Lembro-me de ir a passeios com a minha avó e levarmos uma marmita, mas penso eu que com o tempo foi-se perdendo esses hábitos.
Agora, com a tão famosa crise, parece que voltaram os velhos hábitos. Há quem leve marmita para o trabalho. Eu tenho a sorte de me darem o almoço no trabalho e, por isso, não tenho de recorrer ao tupperware com comidinha, mas se tivesse de o fazer, não me incomodaria nada.
Tudo isto para dizer que este fim de semana fui para um encontro nacional de casais de um grupo a que pertenço e duas refeições estavam incluídas, mas o almoço de sábado não. Podíamos ter ido a um restaurante, mas todos nós recebemos e-mail a convocar um almoço convívio e cada um devia de levar a sua marmita. Eu adorei a ideia e acho muito bem. É diferente. E se se poupa algum dinheiro, eu diria que o melhor mesmo é estarmos todos à volta de uma mesa a conviver, a petiscar isto ou aquilo do "vizinho", a partilhar.
Por isso, só posso concluir que marmitar é o que está a dar :)
domingo, 9 de março de 2014
Depressão de domingo à noite? Sim ou não?
É algo recorrente nos meus domingos, a partir das 17h. Começo a pensar que amanhã é dia de trabalho e na quantidade de coisas que tenho de fazer, vou organizando mentalmente o que tenho de fazer em primeiro lugar e assim por diante.
E depois dou por mim rabugenta. É fim de semana e já estou a pensar no trabalho. Um dia, li algures que houve especialistas que criaram uma terminologia que talvez se possa aplicar ao meu estado: depressão de domingo à noite.
É capaz de ser isso. Gosto de trabalhar e gosto do que faço, mas o fim de semana é sempre tão curtinho que eu olho para trás e penso como é possível ele já ter voado?!
Já ouvi dizer que o melhor remédio para evitar isto é sair ao domingo à noite, aproveitar o pouco que resta do fim de semana. Um dia destes, algures no tempo, eu posso tentar começar a praticar isso. Quiça.
E por aí, também se sofre do mesmo mal?
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