quinta-feira, 3 de abril de 2014

Bendita genética


A Carolina Patrocínio estava grávida e toda a gente falava da barriga dela. Já não está e a barriga dela continua a ser motivo de falatório. 

E eu confesso que tenho inveja destas pessoas que têm uma genética fenomenal. Então a rapariga foi mãe há uma semana e já está assim?? 

O que vale é que eu vivo com os pés assentes na terra e não me parece, de todo, que passado uma semana de ter a minha miúda vá estar assim, até porque eu já não tenho uma barriga assim há anos, anos, anos e não é depois de grávida que a vou conquistar. 
Até ao momento engordei o que tinha de engordar, estou dentro dos parâmetros de quilos extra para as semanas que tenho de gestação, mas sei que o meu corpo provavelmente nunca mais vai ser o mesmo, porque basicamente há genes normais (como o meu e talvez o vosso) e depois há os genes de pessoas que já nasceram magras por natureza, como aqui a nossa amiga Carolina. 
Pimenta, convence-te que cada um tem aquilo que merece, sim?


terça-feira, 1 de abril de 2014

O melhor desta primavera que anda ausente

 
O melhor desta Primavera (ela já chegou mesmo?!) foi a mudança de hora. Costumo chegar a casa entre as 19h30 e as 20h. Já está sempre escuro. Ontem cheguei ainda era de dia e estava um dia choco. Acredito que quando o sol decidir dar um ar da sua graça, talvez consiga jantar ainda com a luz do dia. 
Parece que os dias são bem maiores. Psicologicamente até nem custa tanto sair tarde do trabalho.
Sempre gostei desta hora de verão!

E a propósito deste tempo maravilhoso (ironia!), não resisto a partilhar isto. 



domingo, 30 de março de 2014

Terminar o fim de semana a contribuir para a engorda


O problema de ter petit gateau no congelador é que uma pessoa está no sofá, a ver a estreia do The Voice Portugal, e lembra-se que juntamente com este pecado, há também gelado de limão e chantilly ali no frigorífico.

Tenta-se afastar a imagem mental de um pratinho cheio de calorias, com as três coisinhas. 

Não se consegue. 

Então o melhor mesmo é ceder. 
Assim sendo, acaba-se o domingo à noite no sofá com um petit gateau delicioso, gelado de limão e chantilly. Ohhh sabe tão bem que o sentimento de culpa já lá foi [e eu tenho sempre a desculpa de que quem pediu foi a Pimentinha que estava aqui aos pontapés na minha barriga a pedir para a mãe pecar]


sexta-feira, 28 de março de 2014

Não me importava nada de estar lá novamente.

Felizmente já tive a sorte de fazer algumas viagens. Começámos pela Turquia, já passámos por Praga, Paris, Tunísia, mas a viagem a Londres sempre foi o meu grande sonho. 
E há precisamente um ano era lá que eu estava, tinha chegado há poucas horas e fomos logo ver o tão famoso Big Ben. 

Sei que provavelmente nunca irei a Nova Iorque (outro grande sonho), por isso Londres era o grande desejo que foi concretizado e que em nada desiludiu. Londres é outro mundo, outra cidade, tanta coisa para ver, sentir e assimilar. O frio foi mais que muito mas em nada interferiu com a imensa vontade de viver o espírito londrino ao máximo. 

Foi a viagem que mais nos marcou. Comparada com Paris, posso dizer que a capital londrina ganha muitos pontos, mas também sei que isto é uma opinião totalmente pessoal. Há quem ache o contrário. Quero muito voltar a Londres, sei que não será a breve prazo, mas no futuro gostaria imenso de lá voltar para ver o que não vi, para voltar a sentir aquela cidade.

Há cidades que provavelmente nunca nos cansariam. 
Londres é uma delas.




quinta-feira, 27 de março de 2014

Da moda que eu não gosto.

Nunca fui muito amiga de saltos altos. Mas gostava.
Mas nem toda a gente nasceu para andar esbelta em cima de uns tacões fantásticos. Eu (com muita pena minha) fico a vê-los passar por mim e agora, estando eu com uma barriguinha de grávida e com uns quilitos a mais no lombo, nem me atrevo muito nos saltos altos [ai que inveja das grávidas que continuam a andar num seus lindos sapatos altos]. 

E portanto o meu calçado é mais terra a terra. Gosto de usar sapatilhas sempre que me é possível. Mas não consigo gostar desta nova moda que dizem veio para ficar. Eu não gosto, acima de tudo acho estranho olhar para um calçado desportivo deste género.




terça-feira, 25 de março de 2014

O que fazer para o jantar?



Esta é uma das perguntas que todos os dias, à noite, faço quando vou ao congelador tirar a carne (ou o peixe) para descongelar e fazer para o dia seguinte. Quando uma pessoa vive com os papás, normalmente quem decide é a mãe e uma pessoa limita-se a confecionar e comer o que ela decide. Pelo menos lá em casa era assim. 


Depois uma pessoa casa e passa a ter que fazer a gestão de tudo e mais alguma coisa. E essa sensação é boa. Sermos nós a gerir a nossa casa, é daquelas responsabilidades que o casamento trouxe mas que eu não me importei nada de assumir. Mas isto de decidir o que fazer para o jantar é provavelmente das coisas que menos gosto. 




Sei que há muita gente que ainda tem a ideia de que quando se juntar (ou casar) com a sua cara metade, vai fazer pratos gourmet, surpresas gastronómicas para o outro, mas a realidade não é assim. Uma vez ou outra tudo bem, sobretudo ao fim de semana, quando se tem mais tempo. 


Mas durante a semana, eu, pelo menos, chego tarde a casa e vá lá que tenho um marido em casa que vai adiantando o jantar que estipulamos fazer para aquele dia. Porque se há coisa que não apetece muito depois de um dia de trabalho é ir para as panelas, mas tem de ser. A comidinha não aparece feita do céu. E a verdade é que se eu gosto de massa, por exemplo, não vou fazer massa todos os dias, senão corria-se o risco de enjoar. Há que variar. E ir tendo ideias luminosas de vez em quando [duas cabeças pensam sempre melhor que uma].



p.s. Admiro aquelas pessoas que conseguem fazer uma lista semanal das refeições. Estipulam as refeições para os sete dias seguintes, o que precisam, o que não precisam. Mas cá em casa, é mesmo um dia de cada vez, consoante os apetites dos dois. 



E desse lado, como é que se vão gerindo as refeições lá em casa?