domingo, 27 de abril de 2014

Sei lá porque razão escolhemos este filme.

Há imenso tempo que não íamos ao cinema. Cá em casa vemos filmes mas ultimamente não aguento e acabo sempre por adormecer, coisa que no cinema não acontece.
Sexta feira à noite lá decidimos que íamos ao cinema. 
E o filme? Bem, lá fomos ver as opções disponíveis e sinceramente fiquei a achar que o cartaz atual não anda muito interessante. Mas como queríamos ir escolhemos um, um pouco às "escuras" e sem saber bem o que poderíamos contar. A opção foi o "Sei lá", um filme português. 




"Madalena tem 30 anos e é subitamente abandonada pelo amor da sua vida, um misterioso espanhol chamado Ricardo. Apoiada pelas suas melhores amigas, Mariana, Catarina e Luísa, tenta reconstruir a sua vida e conhece Francisco que tudo faz para que ela esqueça Ricardo. Mas as coisas complicam-se quando Ricardo reaparece… Sei Lá é um retrato das mulheres de trinta anos – dos seus sonhos, medos, dúvidas, ambições, fraquezas e preconceitos – na perspetiva de Madalena, que descobre que as pessoas raramente são aquilo que aparentam."


Se é um filme espetacular?
Não, não é. Nem tão pouco é marcante. É um filme para se ver, uma coisa muito ligeira. No fundo, as personagens principais procuram o mais difícil de encontrar: o amor verdadeiro. Claro que há muitos clichés neste filme, sendo o principal o facto de todos os homens serem uns grandes cabrões. 
As interpretações são assim assim, a história é assim assim, o filme basicamente também é assim assim. 



sexta-feira, 25 de abril de 2014

A resposta mais fácil que alguma vez tive de dar.




Há exatamente quatro anos fui pedida em casamento. E toda a gente diz, e é bem verdade, que é daqueles momentos que nunca se esquecem. Ele preparou tudo ao pormenor e o plano saiu perfeito. A resposta essa foi mais que fácil. 
Quanto temos a certeza de que tudo está bem quando estamos com aquela pessoa não há muitas dúvidas. 
Acredito seriamente que uma pessoa sabe quando encontra a outra metade que a completa. E no meu caso, ele é a minha balança, o que me equilibra todos os dias e posso, sem dúvida, dizer que é das pessoas mais importantes na minha vida. Quando tenho algum problema, é a ele que conto tudo. Não há omissões na nossa relação, nem assuntos proibidos. Não me imagino a chegar a casa e não o ter por perto. 

Ele faz parte dos meus dias e do meu coração* 







quarta-feira, 23 de abril de 2014

O vício dos body lotions.


Adoro body lotions. E confesso desde já que não sou particularmente fiel a nenhum em específico. Tenho cremes de corpo da Body Shop, do Boticário, da Yves Rocher, da Dove e da Avon. Sou uma "vira casacas" neste aspeto: um dia apetece-me pôr um, no outro dia ponho outro creme, apesar de ter noção dos que são mais cheirosos e quais os que deixam a pele mais suave. 

E eis que agora a Body Shop lançou uma nova linha com cheirinho a framboesa, mesmo a pensar no tempo quente que por aí se avizinha e que algum dia se há-de instalar definitivamente. A linha é composta pela Eau de Toilette, Body Butter, Esfoliante, Body Lotion e Gel de Banho. Claro está que me proíbo a mim mesma de comprar o que quer que seja, enquanto não gastar o que tenho. 
Mas.... mas.... não vai ser fácil.



segunda-feira, 21 de abril de 2014

Para os dias mais quentes e não só




Já provei a tão falada água de Luso com sabor a Coco. Devo dizer que ao início "estranhei" o sabor, apesar de ter gostado bastante do aroma. Como não aprecio líquidos frescos, o Apimentado diz que fresquinho sabe melhor e em pleno verão vai ser uma boa opção de refresco. 

No entanto, e no que diz respeito a água com sabores, continuo a preferir o Pleno Tisanas. Estão no topo da minha lista de preferências. Adoro-as, sobretudo a de chá vermelho e limão, mas as outras são igualmente maravilhosas. 
Tenho alguma dificuldade em beber água somente por beber, sei perfeitamente que devia beber mais líquidos do que aquilo que bebo. E então a minha opção vai sempre para o chá, e na falta deste, então opto pelas águas Pleno. 


 


E hoje também tem de se falar em futebol neste logue

Sou portista de coração. Mas já fui portista daquelas que chorava quando o clube perdia. Foi na minha adolescência. Havia quem tivesse os ídolos da música, do cinema, etc. Eu tinha os ídolos do futebol. 
Entretanto fui crescendo. Talvez me tenha apercebido de como o mundo do futebol por vezes é manipulado e a verdade é que quem ganha uns valentes trocos são eles e não os adeptos que se torcem todos em casa ou num estádio. 
Este ano, o meu Porto deu-nos algumas tristezas, às quais não estava muito habituada, é certo. Não foi a melhor equipa do campeonato, cometeu erros quando não o devia ter feito. Pelo que muito sinceramente sei que não era a equipa que merecia ganhar este campeonato. Por isso há que dar o mérito ao Benfica que não falhou quando o Porto o fez. 






quinta-feira, 17 de abril de 2014

Até parece mentira.



Gosto muito de trabalhar com crianças, mas há alturas em que me sinto desgastada. O ano passado tive 15 dias de férias num ano que foi de loucos (este ano só terei mais tempo devido à licença de maternidade, que nem será usufruída em pleno). 

E estas duas últimas semanas foram de cair para o lado. Com os miúdos em férias de Páscoa, no meu trabalho isso normalmente traz um acréscimo de tarefas, pois eles estão lá o dia todo. É nestes dias que é preciso ter mais energia do que o normal. E energia é coisa que eu sinto que me tem faltado. 

A responsabilidade de arcar com o peso da dinamização das atividades de férias, o estar horas e horas sem me sentar, de um lado para o outro, a dinamizar jogos, etc e com uma barriga quase a chegar aos 7 meses de gravidez resultou em inícios de noite no sofá com os pés feitos num oito, dores de costas e afins. 

Supostamente é fácil entreter miúdos. Pois, eu não concordo. Quando temos um grupo com uma faixa etária entre os 6 e os 12 anos, encontramos gostos diversificados, o que torna mais difícil conciliar atividades comuns de encontro às suas preferências. O que uns gostam, os outros podem não apreciar. E depois facilmente se cansam.  É preciso ter sempre ideias. [Quantas vezes vou eu para a Fnac à procura de dinâmicas de grupo e jogos de equipa?]



Gosto muito deles e não imagino o meu dia sem os meus miúdos, sem as “estupidezes” deles que me fazem rir, sem os desenhos que fazem para mim e para a minha Pimentinha, mas às vezes apetece-me desligar-lhes o botão, às vezes é preciso respirar fundo uma, duas, três vezes. 

Mas posso dizer, sem sombra de dúvidas, que não me vejo a fazer outra coisa. Não me consigo imaginar a trabalhar atrás de uma secretária, em frente a um computador, por exemplo. 

Mas agora aproximam-se quatro dias que me vão saber a autênticas férias. Quatro dias em casa é como que entrar no paraíso por umas breves 96 horas.

Se não vier cá até lá, uma boa Páscoa para todos*