Nem todos os dias têm sido fáceis. Nem todas as noites são fáceis. Há dias em que não é fácil lidar com todas as mudanças que a minha vida sofreu. Mas tudo isso não se compara, em nada, à sensação de olhar para ela e saber que é a minha filha, fruto de um grande amor*
quinta-feira, 24 de julho de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Facto nada relevante do dia de hoje mas que me apeteceu partilhar convosco
Já não conduzia desde que a minha filha nasceu. Hoje foi dia de pegar no carro novamente e perceber que continuo a ter um medo tremendo de ultrapassar camiões na auto estrada. Há coisas que não mudam mesmo.
terça-feira, 22 de julho de 2014
Faz parte do nosso cartão de visita.
Eu costumo dizer que raramente o meu cabelo está bem. Gostava eu que ele fosse liso, mas saiu-me encaracolado e bem rebelde. Gostava eu de ter franja mas tendo em conta o cabelo que tenho, é coisa para nem ponderar. Gostava eu de embirrar menos com ele, mas é coisa que já me sai naturalmente.
O meu cabelo tem dias. Há dias sim e dias não. Sai à dona.
[será que serei só eu a padecer deste mal?]
sexta-feira, 18 de julho de 2014
E por hoje é isto.
Já foi tempo em que eu achava que não haviam pessoas más e mesquinhas neste mundo. Mas isso era no tempo em que eu era inocente. Entretanto, uma pessoa "cresce", começa a perceber melhor as coisas. A abrir os olhos. E depois vê coisas que não queria admitir que seria possível, mas são. Neste mundo, há pessoas que infelizmente não toleram opiniões diferentes, perspectivas de vida diferentes, que gostam muito do "fulana tal disse-me isto, vou-te contar a ti, mas faz de conta que não sabes".
Uma pessoa chega a uma altura em que se cansa disso. E há que cortar o mal pela raiz quando assim é. Custa mas depois o tempo diz-nos que foi o melhor que fizemos, para bem da nossa saúde mental.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Ainda continuas com desejos, Pimenta?
Quando andava grávida, tive alguns cuidados com certos alimentos, como por exemplo o marisco. Houve várias vezes que me apeteceu ir a um restaurante chinês comer o que como sempre que lá vou: gambas fritas. Mas sabia que não era a melhor altura porque não queria correr riscos.
Agora que a Pimentinha já não ocupa grande parte da minha barriga, acho que o chinês vai ser dos primeiros restaurantes a ir. Bem sei da fama que têm estes restaurantes [sim, lembro-me bem da altura em que se recebia e-mails com imagens que me deixarem sem ir ao chinês uns 3 anos], mas já não vou lá há um belo par de anos. E apetece-me muito.
[Já não estou grávida mas posso continuar com desejos, não?]
[e por aí, há fãs da comida chinesa?]
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Um pouco a propósito do post anterior.
Na minha família não tem havido casamentos e no futuro a perspectiva é de continuar.
O mesmo se passa com os bebés.
Já não nascia ninguém na minha família há 15 anos.
Nasceu agora a Pimentinha, mas antes disso, criançada nada. No Natal não havia crianças a fazer barulho e algazarra. Éramos todos crescidos [este ano ainda bem que será diferente].
Por isso chego rapidamente à conclusão que se todas as famílias em Portugal fossem como a minha, o país estava mais que envelhecido.
E nem a propósito, ontem soube que o governo encomendou um estudo independente sobre a natalidade no nosso país. Já vieram apresentar várias propostas para impulsionar o nascimento de novas crianças. Acho bem. Muito bem. Mas da teoria à prática vai muito. O grande problema é esse.
[uma das medidas seria a isenção, para as empresas, do pagamento da TSU se contratassem funcionárias grávidas. Todos nós sabemos que hoje em dia, as entidades patronais dificilmente contratam mulheres grávidas...]
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