segunda-feira, 28 de julho de 2014

Inventar noivados?

Ao que parece, no início do mês, constou-se que Elsa Raposo tinha ficado noiva de um fulano. Já há muito que não se ouvia falar dela e a notícia surgiu porque foi a própria que anunciou isso no seu Facebook. 
Mas agora ela veio dizer que afinal inventou tudo. 


O motivo?
Diz ela que "teve que ser. O que quis provar é que a Internet é uma rede tão vulnerável que, mesmo nas nossas páginas pessoais de Facebook, é possível manipular informação e facilmente os média publicam tudo. Pode ser que, no futuro, haja mais cuidado e telefonem para confirmar as informações".

Ora bem, nós sabemos como funciona a imprensa. Qualquer coisa é logo notícia e, a partir do momento, em que é a própria a comunicar numa rede social o seu novo estado civil, não me parece que as revistas percam tempo a ligar-lhe para ver a veracidade de algo, que supostamente, foi ela própria a anunciar. Publicam logo e assim enchem mais uma página de jornal ou revista.

Eu até posso perceber que a lógica é demonstrar que, no Faceboook, uma pessoa pode escrever o que bem lhe apetecer, seja verdade ou mentira. Pode dizer que a sua vida é mais do que cor de rosa, quando a realidade pode ser bem diferente. Mas isso já toda a gente sabe: cada um (famoso ou simples anónimo) escreve o que quer que os outros saibam da sua vida (real ou não).
Mas cá para mim, a Elsinha quis foi aparecer. Já não se ouvia falar dela há algum tempo e, além disso, é verão. As revistas precisam de material para vender e as pessoas precisam de histórias para se entreterem a ler na praia.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Os aviões.

A primeira vez que andei de avião foi há uns 7 anos. É daquelas coisas que não se esquece. O entusiasmo de fazer as malas e ir para o aeroporto pela primeira vez, como passageira. Fui para Barcelona, a primeira grande cidade que conheci além fronteiras. 
Depois disso já andei mais 5 vezes de avião. 
E contrariamente ao normal, quanto mais ando de avião, mais medo tenho. E isto sim, é muito estranho. 
Eu sei, é suposto ser o contrário, mas vá-se lá saber o motivo da minha "anormalidade". A última vez, vínhamos da Tunísia, apanhámos alguma turbulência. Eu estava a ver que panicava forte e feio, mesmo com o Apimentado a dizer que era normal, que não tardava nada e o avião estabilizava a rota. Por momentos, acho que deixei de respirar. 
[Costumo dizer que se um dia for num avião que tenha problemas, morro logo do susto e não propriamente da queda do aparelho]


E ontem, as notícias deram conta de mais um avião que caiu. E o meu medo fez soar logo o alarme. Este ano não temos em vista nenhuma viagem, mas caso tivéssemos, as mais recentes notícias iam causar-me sérios pensamentos antes do embarque. 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Faz hoje um mês que a minha vida mudou para sempre.




Nem todos os dias têm sido fáceis. Nem todas as noites são fáceis. Há dias em que não é fácil lidar com todas as mudanças que a minha vida sofreu. Mas tudo isso não se compara, em nada, à sensação de olhar para ela e saber que é a minha filha, fruto de um grande amor* 



quarta-feira, 23 de julho de 2014

Facto nada relevante do dia de hoje mas que me apeteceu partilhar convosco

Já não conduzia desde que a minha filha nasceu. Hoje foi dia de pegar no carro novamente e perceber que continuo a ter um medo tremendo de ultrapassar camiões na auto estrada. Há coisas que não mudam mesmo.  

terça-feira, 22 de julho de 2014

Faz parte do nosso cartão de visita.



Eu costumo dizer que raramente o meu cabelo está bem. Gostava eu que ele fosse liso, mas saiu-me encaracolado e bem rebelde. Gostava eu de ter franja mas tendo em conta o cabelo que tenho, é coisa para nem ponderar. Gostava eu de embirrar menos com ele, mas é coisa que já me sai naturalmente. 
O meu cabelo tem dias. Há dias sim e dias não. Sai à dona. 
[será que serei só eu a padecer deste mal?]


sexta-feira, 18 de julho de 2014

E por hoje é isto.


Já foi tempo em que eu achava que não haviam pessoas más e mesquinhas neste mundo. Mas isso era no tempo em que eu era inocente. Entretanto, uma pessoa "cresce", começa a perceber melhor as coisas. A abrir os olhos. E depois vê coisas que não queria admitir que seria possível, mas são. Neste mundo, há pessoas que infelizmente não toleram opiniões diferentes, perspectivas de vida diferentes, que gostam muito do "fulana tal disse-me isto, vou-te contar a ti, mas faz de conta que não sabes".

Uma pessoa chega a uma altura em que se cansa disso. E há que cortar o mal pela raiz quando assim é. Custa mas depois o tempo diz-nos que foi o melhor que fizemos, para bem da nossa saúde mental.