terça-feira, 29 de julho de 2014

O meu ninho.

Uma casa é feita de pormenores. 
E nada melhor do que flores para dar um toque especial seja em que divisão for. E velas. Cá em casa, somos super adeptos de velas. 
Não é preciso muito para dar um toque diferente quando queremos mudar algo dentro de uma casa. E eu adoro a minha casa. É mesmo o meu ninho, onde me sinto bem*





segunda-feira, 28 de julho de 2014

Inventar noivados?

Ao que parece, no início do mês, constou-se que Elsa Raposo tinha ficado noiva de um fulano. Já há muito que não se ouvia falar dela e a notícia surgiu porque foi a própria que anunciou isso no seu Facebook. 
Mas agora ela veio dizer que afinal inventou tudo. 


O motivo?
Diz ela que "teve que ser. O que quis provar é que a Internet é uma rede tão vulnerável que, mesmo nas nossas páginas pessoais de Facebook, é possível manipular informação e facilmente os média publicam tudo. Pode ser que, no futuro, haja mais cuidado e telefonem para confirmar as informações".

Ora bem, nós sabemos como funciona a imprensa. Qualquer coisa é logo notícia e, a partir do momento, em que é a própria a comunicar numa rede social o seu novo estado civil, não me parece que as revistas percam tempo a ligar-lhe para ver a veracidade de algo, que supostamente, foi ela própria a anunciar. Publicam logo e assim enchem mais uma página de jornal ou revista.

Eu até posso perceber que a lógica é demonstrar que, no Faceboook, uma pessoa pode escrever o que bem lhe apetecer, seja verdade ou mentira. Pode dizer que a sua vida é mais do que cor de rosa, quando a realidade pode ser bem diferente. Mas isso já toda a gente sabe: cada um (famoso ou simples anónimo) escreve o que quer que os outros saibam da sua vida (real ou não).
Mas cá para mim, a Elsinha quis foi aparecer. Já não se ouvia falar dela há algum tempo e, além disso, é verão. As revistas precisam de material para vender e as pessoas precisam de histórias para se entreterem a ler na praia.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Os aviões.

A primeira vez que andei de avião foi há uns 7 anos. É daquelas coisas que não se esquece. O entusiasmo de fazer as malas e ir para o aeroporto pela primeira vez, como passageira. Fui para Barcelona, a primeira grande cidade que conheci além fronteiras. 
Depois disso já andei mais 5 vezes de avião. 
E contrariamente ao normal, quanto mais ando de avião, mais medo tenho. E isto sim, é muito estranho. 
Eu sei, é suposto ser o contrário, mas vá-se lá saber o motivo da minha "anormalidade". A última vez, vínhamos da Tunísia, apanhámos alguma turbulência. Eu estava a ver que panicava forte e feio, mesmo com o Apimentado a dizer que era normal, que não tardava nada e o avião estabilizava a rota. Por momentos, acho que deixei de respirar. 
[Costumo dizer que se um dia for num avião que tenha problemas, morro logo do susto e não propriamente da queda do aparelho]


E ontem, as notícias deram conta de mais um avião que caiu. E o meu medo fez soar logo o alarme. Este ano não temos em vista nenhuma viagem, mas caso tivéssemos, as mais recentes notícias iam causar-me sérios pensamentos antes do embarque. 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Faz hoje um mês que a minha vida mudou para sempre.




Nem todos os dias têm sido fáceis. Nem todas as noites são fáceis. Há dias em que não é fácil lidar com todas as mudanças que a minha vida sofreu. Mas tudo isso não se compara, em nada, à sensação de olhar para ela e saber que é a minha filha, fruto de um grande amor* 



quarta-feira, 23 de julho de 2014

Facto nada relevante do dia de hoje mas que me apeteceu partilhar convosco

Já não conduzia desde que a minha filha nasceu. Hoje foi dia de pegar no carro novamente e perceber que continuo a ter um medo tremendo de ultrapassar camiões na auto estrada. Há coisas que não mudam mesmo.  

terça-feira, 22 de julho de 2014

Faz parte do nosso cartão de visita.



Eu costumo dizer que raramente o meu cabelo está bem. Gostava eu que ele fosse liso, mas saiu-me encaracolado e bem rebelde. Gostava eu de ter franja mas tendo em conta o cabelo que tenho, é coisa para nem ponderar. Gostava eu de embirrar menos com ele, mas é coisa que já me sai naturalmente. 
O meu cabelo tem dias. Há dias sim e dias não. Sai à dona. 
[será que serei só eu a padecer deste mal?]