sábado, 2 de agosto de 2014

Esste calendário não deve andar bem.


O tempo anda trocado. Deve ser como algumas pessoas. Onde já se viu, em pleno mês de Agosto, dias assim? Chuva, vento, um nevoeiro imenso assolou o Porto hoje e acredito que também se fez sentir noutros locais do nosso Portugal. 
E na auto-estrada, vi tantos acidentes que, por momentos, arrependi-me de ter saído de casa com medo de andar assim na rua. 
Quando se tem um recém nascido no carro, o medo de acidentes eleva-se a mil. Mas pronto, apanhamos filas imensas de trânsito condicionado, nada mais. 

[para quando aquele sol bom, maravilhoso, para a Pimentinha conhecer a brisa do passadiço junto à praia?]



sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O amor.

No início da minha gravidez tinha alguma renitência no que diz respeito ao facto do Apimentado estar presente no momento do parto. Ele dizia que queria muito estar lá. Eu não tinha tantas certezas. O parto é um momento muito forte, a vários níveis. E eu achava que ele poderia não estar preparado para o impacto.
Com o passar do tempo, fui facilmente percebendo que teria de o ter lá. Parideira como sou, teria de ter alguém de extrema confiança ao meu lado num momento destes. 
Afinal quem poderia não estar preparado para o impacto de um parto seria eu. Qualquer dor para mim já é o fim do mundo. E ver sangue para mim é coisa para me deixar logo muito zonza.

O dia chegou, ou melhor, a noite do parto chegou. 
E quis a natureza que afinal fosse uma cesariana, em vez de um parto normal para o qual já me tinha vindo a mentalizar há largos meses. E o Apimentado esteve lá, claro. E curioso como só ele viu tudo: o interior da minha estimada e bela barriga, o meu útero a ser cosido, a minha barriga a levar os maravilhosos pontos, etc. E aguentou-se bem firme, sem pestanejar. 
Sei que não poderia ter tido melhor pessoa ao meu lado naquele momento. E pensar que ponderei não o ter ao meu lado. [Parva que sou]
Diz ele que foi um momento único. 

Moral da história: afinal agora ele pode dizer, com todos os créditos, que me conhece bem por fora e por dentro. 


[hoje fazemos 8 anos e meio de namoro. Já começo a perder a conta às histórias que já vamos vivendo. E quero continuar a sentir isso, pois quero acrescentar muitos mais anos, histórias, gargalhadas e partilhas ao nosso nós]

quarta-feira, 30 de julho de 2014

A única coisa que tenho saudades do tempo em que era adolescente

Quando se anda no secundário, tem-se quase três meses de férias de verão, mais duas semanas no Natal e duas semanas na Páscoa. 

Não tenho saudades de mais nada do meu tempo de adolescente, a não ser isto.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Momento "Inveja do dia" ou "quando for grande, quer ser assim"


Pessoas como a Cláudia Vieira deviam de ser proibidas de mostrar a barriga em público para que pessoas "normais" [como eu, com barriguinha] não fiquem a morrer de inveja e a pensar como raio consegue ela ter uma barriga assim [e eu não, mesmo que sonhe e vá para o ginásio 24h por dia.]*

 Festa de Verão da Caras 2014


* [Pimenta, para ter uma barriga assim esquece as bolas de berlim, nutella, massas deliciosas, etc, sim?]

O meu ninho.

Uma casa é feita de pormenores. 
E nada melhor do que flores para dar um toque especial seja em que divisão for. E velas. Cá em casa, somos super adeptos de velas. 
Não é preciso muito para dar um toque diferente quando queremos mudar algo dentro de uma casa. E eu adoro a minha casa. É mesmo o meu ninho, onde me sinto bem*





segunda-feira, 28 de julho de 2014

Inventar noivados?

Ao que parece, no início do mês, constou-se que Elsa Raposo tinha ficado noiva de um fulano. Já há muito que não se ouvia falar dela e a notícia surgiu porque foi a própria que anunciou isso no seu Facebook. 
Mas agora ela veio dizer que afinal inventou tudo. 


O motivo?
Diz ela que "teve que ser. O que quis provar é que a Internet é uma rede tão vulnerável que, mesmo nas nossas páginas pessoais de Facebook, é possível manipular informação e facilmente os média publicam tudo. Pode ser que, no futuro, haja mais cuidado e telefonem para confirmar as informações".

Ora bem, nós sabemos como funciona a imprensa. Qualquer coisa é logo notícia e, a partir do momento, em que é a própria a comunicar numa rede social o seu novo estado civil, não me parece que as revistas percam tempo a ligar-lhe para ver a veracidade de algo, que supostamente, foi ela própria a anunciar. Publicam logo e assim enchem mais uma página de jornal ou revista.

Eu até posso perceber que a lógica é demonstrar que, no Faceboook, uma pessoa pode escrever o que bem lhe apetecer, seja verdade ou mentira. Pode dizer que a sua vida é mais do que cor de rosa, quando a realidade pode ser bem diferente. Mas isso já toda a gente sabe: cada um (famoso ou simples anónimo) escreve o que quer que os outros saibam da sua vida (real ou não).
Mas cá para mim, a Elsinha quis foi aparecer. Já não se ouvia falar dela há algum tempo e, além disso, é verão. As revistas precisam de material para vender e as pessoas precisam de histórias para se entreterem a ler na praia.