terça-feira, 19 de agosto de 2014

Assim se diz em bom português


Achava eu que isto era uma raquete. Pois, enganei-me. Numa ficha de Língua Portuguesa do 1º ano descubro que afinal isto é uma raqueta.
Achava eu que, aos 28 anos, dificilmente aprenderia novas palavras para o meu dicionário. Pois estás errada, Pimenta. Nunca ouviste dizer que afinal uma pessoa está mesmo sempre a aprender?

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Curiosidades sobre a minha pessoa #1


Quando era mais nova (aí com uns 8 anos) decidi que queria começar a escrever com a mão esquerda. 
Porquê?
Não faço a mínima ideia. 
Achava um piadão aos miúdos que eram canhotos. Lembro-me de ter um caderninho, onde, em casa, tentava fazer o meu nome e o abecedário com a mão esquerda. Pois bem, aquilo mais parecia carateres chineses. Posto isso, desisti da ideia.

[digam lá se isto não era uma vontade estranha?]


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Não digam nada ao meu vizinho.

No meu prédio, éramos os únicos moradores no rés do chão. Os outros dois apartamentos estavam vazios. Até que no mês passado ganhámos um vizinho novo, no apartamento mesmo ao lado do nosso. E descobrimos que ele tem isto. 


Já pensamos em assaltar-lhe a garagem para ficar com ela. É linda! Imagino-me muito facilmente nela a dar uns belos passeios junto ao mar, com os cabelos ao vento, com a minha Pimentinha bem agarradinha a mim e o Apimentado a conduzir a motoreta. [a família Pimenta no seu melhor estilo, hein?]

Mas como não estou para ser presa por assalto a viaturas, fico-me pelos sonhos. Ou então um dia, peço-lhe emprestado o veículo [esquece, não tinhas coragem para isso, ó Pimenta]

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Estamos quase a entrar em modo fim de semana. Então vamos lá sonhar!

Não sonho com o Euromilhões, apesar de jogar (já sei os números de cor, por isso não convém deixar de jogar e um dia perceber que me poderia ter saído uma quantia jeitosa)
Quando me sai um prémiozito (normalmente o último ou o penúltimo), já faço quase uma festa. Mas digo frequentemente que tenho sérias dúvidas sobre se gostaria de ganhar, um dia, um primeiro grande prémio. Acho que me ia fazer mal. Saber que tinha tantos milhões no banco podia estragar-me e mudar-me. E isso eu não quero. Mas se um dia o destino me oferecesse assim um segundo prémio, eu não me importava nada. E assim poderia sonhar com este tipo de coisas. 

Vejam lá e digam se estes hotéis não nos fazem sonhar com umas férias inesquecíveis?
[até custa acreditar que existem mesmo!]

Lily Beach

 Anantara Kihavah Villas

 Baros

 Velassaru

Ocean Pool Villa Infinity Pool, Angsana Velavaru

 Ocean Haven Pool, W Retreat Spa, Maldivas

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Agora sim, já percebo

Já compreendo por que razão, quando há promoções nas fraldas, as pessoas correm para o hipermercado e abastecem o carrinho com o máximo de pacotes de fraldas permitidos por cliente. 
É que há quantidade de fraldas que um recém nascido gasta por dia, uma pessoa faz as contas e assusta-se [e uma promoção é sempre coisa que vem a calhar no que diz respeito a estes artigos]. 



[achava eu que nos tínhamos abastecido (antes da Pimentinha nascer) de fraldas suficientes para os primeiros dois meses. Pois, pois... o stock desaparece a olhos vistos!]

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A minha relação com a máquina fotográfica

Soube aqui que "os pais fotografam, em média, os filhos, 780 vezes, no primeiro ano de vida, sendo que a frequência com que os fotografam vai diminuindo consoante eles crescem."

Não sei como fundamentaram estas estatísticas mas pessoalmente, creio que no primeiro mês de vida da minha Pimentinha já esgotei as 780 fotografias que, supostamente, os pais tiram no primeiro ano de vida aos seus rebentos. Acredito piamente que são recordações que ficam sempre connosco para, um dia, fazer o tempo voltar atrás, ao olhar para ela e ver o quanto modificou e cresceu.

A minha relação com a fotografia já é muito antiga. 
Mas nem sempre foi assim. Lembro-me de ser adolescente e detestar que me tirassem fotos, mas a coisa mudou com o tempo. Mal surgiram as primeiras máquinas digitais, tive a sorte dos meus pais me darem uma e isso foi o início do meu amor pelas fotografias. Gosto de olhar para as imagens e relembrar tudo: como me sentia naquele dia e o que vivi naquele momento. Se vou ao supermercado ou à confeitaria, não levo máquina na carteira, mas tirando isso, ela anda quase sempre lá. É quase que um objeto obrigatório. 
E como mulher precavida que sou, vou guardando os meus tesourinhos num disco externo para o caso de um dia o meu computador morrer. Se ele morresse e levasse com ele todas as fotos e não tivesse nenhuma cópia noutro local, era caso para chorar baba e ranho.