segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Não gosto, não gosto e não gosto.

Nunca gostei muito de ciências. Nem de físico-química, nem nada do género. Claramente sempre fui uma pessoa da área das Humanidades. Línguas, História, Geografia, Psicologia sempre foram as disciplinas que mais gostava. Gostava também de matemática, sempre percebi o quanto importante é esta disciplina na nossa vida, mas ciências nunca foi amor. Na escola preparatória, tirava o meu 4, aplicava-me mas sempre achei uma chatice. 
E agora que estou a preparar o meu regresso ao trabalho, continuo com a mesma sensação. 
Ciências não é a minha praia. Sistema respiratório, circulatório, respiração celular, etc, urrrrrrrr, que raio de matéria!

[Daqui a uma semana estou de volta ao trabalho. O meu coração vai ficar do tamanho de uma ervilha quando tiver de deixar a minha Pimentinha na avó]


domingo, 24 de agosto de 2014

"Não há filhos mais bonitos que os meus" [típico pensamento de mãe]

Sempre disse que não achava muita piada aos bebés gordinhos e bolachudos. Pois bem, adivinhem lá quem tem as bochechas mais gordinhas deste país? 
A minha filha, pois claro. 
E é nesta altura em que percebemos que aquelas ideias todas que tínhamos antes de ser mães caem por terra num instante. Olho para ela, a cada momento, e penso que é a bebé mais bonita do mundo, independentemente do tamanho das bochechinhas dela. Aliás às vezes até me dá vontade de lhes dar uma trinca de tão fofas que são.
A minha Pimentinha é linda que eu sei lá. Isto claro é a opinião dos papás.
E acredito que cada pai e mãe acho que o seu descendente é o ser mais lindo à face da terra. 

E cá para mim, para cada pai e mãe, não há príncipes reais, filhos de cantores famosos ou de jogadores de futebol que destroem o trono ocupado pelo(a) filho(a).



O tempo voa, voa, voa. 
Já faz hoje 2 meses que a tive nos meus braços pela primeira vez.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Pega nas sapatilhas, na roupa de desporto e mexe-te!



Quando a minha cunhada, na segunda gravidez, engordou 23 quilos, eu disse logo que aquilo tinha sido uma loucura, que ela deveria de ter sido mais comedida para não engordar tanto e mais bla, bla, bla, bla. 

Pois bem, dizem que a vida ensina-nos a não falar dos outros. E eis que eu, na minha gravidez, engordei 19 quilos. Pimba, Pimentinha para a próxima está caladinha!!! O destino quis assim dizer-me que o melhor mesmo é eu não julgar os outros porque vai-se a ver e aconteceu-me quase o mesmo. 

Como é que eu engordei tanto?! Pois…. Não sei! Não fui de comer porcarias na gravidez (um pecadito aqui ou acolá mas nada de mais) e até aos 6 meses estava tudo dentro do normal. O último trimestre lixou-me a linha. As análises ao sangue sempre estiveram ótimas, por isso nada de colesterol nem coisas do género. Mas a verdade é que cheguei, ao final, com uma barrigona digna de grávida em final de tempo. Como trabalhei praticamente até à véspera de a ter, a minha bata já nem apertava. Era digno de se ver. 

Passado dois meses, já se foram 12 quilos. Faltam 7. E os últimos são sempre os piores e os que custam mais a desaparecer. Olhava-me ao espelho e não percebia onde estavam os últimos 7 quilos. Pois bem… isso foi até experimentar a roupa que usava antes de ficar grávida. As calças não me apertam. Restam 2 exemplares que na altura eram mais largos e agora são os que me salvam. 

Vai daí comecei a ponderar, pela primeira vez na minha vida, inscrever-me no ginásio. O Apimentado apoiou a decisão. E lá fui eu. Estou inscrita 2 vezes por semana. Sei que talvez devesse ser mais, mas neste momento o tempo também não abunda em demasia por aqui. 
Estou com 65 quilos, o objetivo é chegar aos 58 quilos que tinha antes de engravidar. 
Não vou estabelecer prazos temporais que não possa cumprir. Quero ir com calma. O espelho diz-me que não estou uma lontra, mas a verdade é que sinto (sobretudo) a barriga mais flácida. A barriga e as coxas vão ser as minhas inimigas a combater. Vamos ver como vai correr esta aventura entre Pilates, Hidroginástica, Hidrobike, Aulas de Oxigénio, passadeira e afins. 


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Primeiro estranha-se. Depois entranha-se.

Não foi amor à primeira vista. 
Durante anos e anos, sempre disse que não gostava de maracujás. Uma vez provei um e como não apreciei o sabor, fiquei com essa ideia. Há uns bons 3 anos, tornei a provar e gostei. Gostei muito. E a partir desse dia, virou amor. Gelado de maracujá, iogurte grego de maracujá, tarte de maracujá, tudo que tenha este fruto marcha.


 

Noutros anos, por esta altura, já tinha comido maracujás até lhe perder a conta. Só que a árvore que o meu pai tinha secou de vez, vai daí este ano ainda nem um comi. Um dia destes, vou ao supermercado ver se encontro à venda para colmatar esta grande falha.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Assim se diz em bom português


Achava eu que isto era uma raquete. Pois, enganei-me. Numa ficha de Língua Portuguesa do 1º ano descubro que afinal isto é uma raqueta.
Achava eu que, aos 28 anos, dificilmente aprenderia novas palavras para o meu dicionário. Pois estás errada, Pimenta. Nunca ouviste dizer que afinal uma pessoa está mesmo sempre a aprender?

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Curiosidades sobre a minha pessoa #1


Quando era mais nova (aí com uns 8 anos) decidi que queria começar a escrever com a mão esquerda. 
Porquê?
Não faço a mínima ideia. 
Achava um piadão aos miúdos que eram canhotos. Lembro-me de ter um caderninho, onde, em casa, tentava fazer o meu nome e o abecedário com a mão esquerda. Pois bem, aquilo mais parecia carateres chineses. Posto isso, desisti da ideia.

[digam lá se isto não era uma vontade estranha?]