quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Adolescentes? Respira, respira, respira. Conta até 100. Ou melhor até 1000.

Trabalhar com crianças e jovens é relembrar, diariamente, o quanto a adolescência é a fase típica da parvoíce. Xiça, que por vezes, não sei onde se pode ir buscar tamanha paciência!!! E pior é perceber que eles com os pais não são assim, mas mal se vêm fora das asas paternas, toca a voar.

Ao que vejo, fui uma adolescente muito pacífica, talvez até demais! Os meus pais foram mesmo uns sortudos. Durante a minha infância, nunca dei propriamente trabalho e cheguei à adolescência e assim continuei. O Apimentado diz que os tempos são outros e que ser-se adolescente é mesmo isso: é ser-se parvinho quando se está com os amigos, extravazar tudo e mais alguma coisa, falar de rabos e mamas e ver-se coisas no computador que não se deveria ver. Ele diz que é normal, eu torço o nariz a isso!

Vou dizendo a mim mesma que, ao menos, serve isto para fazer um pré-estágio para quando a Pimentinha entrar (daqui por muuuuuuuitos anos) na adolescência. Assim vou-me preparando para o que me espera!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Há pessoas deslocadas da realidade.

A minha patroa pôs um anúncio no Net Empregos para arranjar uma nova pessoa para substituir uma colega.
Diz ela, com um ar muito espantado, que recebeu cerca de 400 currículos. E friso novamente o ar espantado com que ela referiu isto. 
E digo eu, desde já, que há certas entidades patronais que não devem perceber que isto hoje em dia está complicado para arranjar emprego. Porque não me espanta em nada 400 pessoas responderem a um anúncio de trabalho.
Há quem se espante. Eu não. [serei a única?]

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Contagem decrescente

Na altura em que andava a preparar as coisas para o meu casamento, a entrega dos convites foi a parte que menos gostei. O andar de casa em casa demorou o dobro do tempo que tínhamos previsto. Eram lanchinhos, conversas para aqui e para ali que não tinham fim, etc...
E agora estamos de volta à saga da entrega dos convites, Desta vez não para o casamento (óbvio), mas sim para o batizado da Pimentinha. Já falta menos de um mês e ainda há muita coisa a tratar! Esperemos que os convites fiquem todos entregues até ao final desta semana. A ver vamos mas tem mesmo de ser porque o tempo escasseia!

Ainda ponderei ser eu a fazer os convites mas a verdade é que quando se tem jeito é uma coisa, quando não se tem, é outra. E feitas as contas, o que pagamos por 20 convites seria quase o equivalente ao que gastaria se tivesse de comprar o material todo para ser eu a fazê-los, e claro, nunca ficaria a mesma coisa!  


domingo, 7 de setembro de 2014

Após duas semanas de ginásio...

Inscrevi-me no ginásio para perder os quilos do pós-parto que ainda persistem no meu corpinho. Mas chego eu à conclusão que ainda bem que o fiz. Não só pelos quilos a mais que teimam em não desaparecer, mas sobretudo para ganhar resistência. Sei bem que nunca fui muito amiga do exercício físico, mas nunca pensei que após 5 minutos na passadeira estivesse já com a língua de fora e com as pernas mais trémulas que varas verdes.  
Sou mesmo fraquinha! Mas isto vai mudar, ai vai vai!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O mundo laboral nem sempre ideal


Já lá vão quase seis anos a trabalhar a recibos verdes. 
Não sei o significado da palavra "contrato". Sempre foram estas as condições que me apresentaram nos três empregos que já tive até agora. E uma pessoa acaba por ter de aceitar certas condições ou então, fica em casa a ver passar navios. 
Se tenho esperança de um dia ter um contrato de trabalho? Honestamente? 
Não. Já passei a fase das ilusões. Neste momento já estou mais que conformada, já passou a fase em que eu achava que um contrato era uma segurança maior. 
Trabalhar a recibos verdes é quase que desconhecer o dia de amanhã. Sei que estou bem no local onde trabalho atualmente mas ninguém sabe o dia de amanhã. E é com alguma satisfação que vejo estas notícias.
A verdade é que até agora se por algum motivo ficasse sem trabalho, nem direito tinha a subsídio de desemprego. E ando eu a descontar para quê? 
Espero honestamente que esta nova lei venha efetivamente salvaguardar todos aqueles que não estavam protegidos caso ficassem sem trabalho. Tem as suas condições: 80% dos respectivos rendimentos têm de ser maioritariamente provenientes de uma única entidade e a pessoa tem de estar a trabalhar em exclusivo neste regime de RV. 
Além disso, a entidade contratante tem de cumprir as suas obrigações contributivas, descontando 5% do montante anual dos serviços do trabalhador independente em, pelo menos, dois anos civis. E os trabalhadores independentes que queiram receber este subsídio terão que ter, pelo menos, 24 meses de contribuições.

Há sempre os "ses" mas pelo menos, a luz está ao fundo do túnel. 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Às vezes até se pode acertar, outras vezes nem por isso...


Esta coisa dos signos vale o que vale. Mas eu confesso que sou aquela pessoa que, por norma, vai sempre ler o signo na revista de domingo do JN. Já sei que o que não falta neste mundo são pessoas de signo Gémeos e o que até pode ser aplicar para uns, não é para outros.
Mas foi com um certo sorriso (de dúvida) que li o meu signo esta semana.