quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Estamos em Setembro, mas ainda podemos falar de férias?



Quando eu e o Apimentado dizemos que nunca fomos ao Algarve, há muitas pessoas que olham para nós como se fossemos E.T.’s. 

Pois que eu sou o péssimo exemplo do “vá para fora, cá dentro”. Nunca passei de Lisboa para baixo. Tenho imensa curiosidade em conhecer o Alentejo e o Algarve, de que tanta gente fala. 

Mas a justificação para isto é simples: quando casamos, eu e o Apimentado decidimos que iríamos aproveitar ao máximo para conhecer alguns lugares fora de Portugal. E foi assim que as nossas prioridades acabaram por ditar viagens a Barcelona, à Antalya na Turquia, a Paris, Londres, Praga e à Tunísia. 

Aproveitamos bem os três primeiros anos de casados no que diz respeito a viagens. Também aproveitamos para conhecer algumas cidades portuguesas, mas cá no Norte. Sabíamos que um dia, quando tivéssemos um filho, fazer as malas e ir para o aeroporto já não seria tão fácil. Assim sendo, a partir do próximo ano, vamos investir no nosso querido Portugal. Eu bem sei que o nosso país tem sítios maravilhosos, hotéis de sonho tão ou melhores do que aqueles que existem lá fora. Mas foi uma escolha que fizemos. Gostava imenso de ir aqui, ou aqui, ou aqui

Por aí, há sugestões de mais lugares/cidades/aldeias espetaculares neste país para conhecer no próximo ano? 


terça-feira, 16 de setembro de 2014

Vocês são fãs?

Descobri a Primark há cerca de quatro anos. Uma colega tinha umas pulseiras super giras e na altura perguntei-lhe onde tinha ela comprado aquilo. Disse-me que tinha sido na Primark e eu nem sabia de todo onde poderia encontrar essa loja. 
Ela disse maravilhas da loja e então fiquei curiosa. Assim, fui ao parque Nascente conhecer a tão famosa loja de dois pisos. Gostei de várias coisas e na altura sei que trouxe várias peças e pouco dinheiro deixei lá por elas.
A Primark é mesmo isso: moda a um preço acessível. 
Se as peças são de qualidade superior? 
Não, não o são. Mas uma pessoa já o sabe quando olha para a etiqueta com o preço. 
Há quem ame a marca. Há quem a deteste e diga muito mal.
Eu gosto de lá ir. É impossível sair de lá de mãos a abanar. 

Mas verdade seja dita: para se ir à Primark tem de se estar naqueles dias de inspiração para compras. Pessoalmente devo dizer que é das coisas que menos gosto: a imensa quantidade de clientes que estão sempre nesta loja. A fila para pagar (o que vale é que as caixas de pagamento são em número considerável). A paciência que se tem de ter. 

Hoje abre a loja no Norte Shopping. 
Tão cedo não irei lá. Porque se, por norma, a Primark já está sempre cheia, fará em dias de inauguração. E creio que os próximos dias (ou meses?) serão sempre sinónimo de enchente.
Um dia, quando estiver com mais paciência para compras e shoppings, talvez lá vá. 



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Das paixões à primeira vista.

Na altura em que andava à procura do vestido de noiva que fosse o meu estilo, aconteceu-me o típico cliché que acontece com muitas mulheres: quando vesti "O" vestido soube imediatamente que era aquele. Experimentei vários mas percebi muito facilmente que este vestido nunca me iria sair da cabeça.

E agora aconteceu-me exatamente o mesmo, só que em relação ao vestido do baptizado para a minha Pimentinha. Sábado de manhã, a família Pimenta lá foi em direção ao Porto para comprar o vestido para a nossa princesa. Devo dizer que não sabia muito bem o que queria. Nestas coisas, não é ela que escolhe, pois não tem poder de decisão. Cabia a nós, pais, escolher o vestido que mais gostássemos, mas nem nós saberíamos muito bem o que iríamos encontrar nesta área.

Pois bem, logo na primeira loja apaixonei-me por um vestido. 
Vi outros. Ainda fui a uma segunda loja, mas percebi de imediato que aquele primeiro vestido iria estar sempre na minha mente. Por isso nem procurámos mais. 
A experiência com o meu vestido de noiva fez-me perceber que entrei em cerca de 6 lojas de vestidos de noiva não sei bem para quê, pois a decisão já estava quase tomada. 
Por isso, desta vez, poupamos quilómetros nos pés e após a ida à segunda loja, voltamos à primeira para a Pimentinha experimentar o dito vestido. Assentou que nem uma luva o vestido dos 6 meses, quando ela ainda tem 2 meses e meio (!). 

Assim sendo, a toilette dela já está mais que tratada. Falta comprar a minha roupa para o batizado. E isso cheira-me que vai ser a parte mais difícil. 
Não quero nada demasiado elaborado. Aliás queria algo bonito mas ao mesmo tempo prático. Parece-me óbvio que nesse dia vou andar muito com ela ao colo e, por isso, a primeira exigência é ser algo que não me "amarre" muito os movimentos.
Neste fim de semana ainda entrei em algumas lojas e não vi nada que gostasse (ou que achasse que me ficava bem). Além disso, a minha paciência para entrar em lojas e experimentar roupa anda ao nível zero. A ver vamos se a vontade de me meter num shopping aumenta para ver se despacho o assunto da minha roupa.

Sugestões de lojas aceitam-se :)


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Curiosidades sobre a minha pessoa #2

Se há coisa que detesto é quando o cheiro da comida se cola a mim, à minha roupa.
Ainda a semana passada aconteceu-me achar que o cheiro do almoço ficou entranhado em mim. Passei o raio da tarde a achar que cheirava a comida. Nesse dia estava ansiosa para chegar a casa, tomar banho e pôr aquela t-shirt e as calças no cesto da roupa para lavar.

E agora pergunto-me... será que sou só eu a quem  o cheiro do assado, do estrugido, do peixe grelhado, do estufado (e a lista poderia continuar...) se cola e não parece deslargar? 

[já sei que uma possível solução é cozinhar com uma roupa e depois trocá-la. Mas nem sempre isto é possível..]

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Adolescentes? Respira, respira, respira. Conta até 100. Ou melhor até 1000.

Trabalhar com crianças e jovens é relembrar, diariamente, o quanto a adolescência é a fase típica da parvoíce. Xiça, que por vezes, não sei onde se pode ir buscar tamanha paciência!!! E pior é perceber que eles com os pais não são assim, mas mal se vêm fora das asas paternas, toca a voar.

Ao que vejo, fui uma adolescente muito pacífica, talvez até demais! Os meus pais foram mesmo uns sortudos. Durante a minha infância, nunca dei propriamente trabalho e cheguei à adolescência e assim continuei. O Apimentado diz que os tempos são outros e que ser-se adolescente é mesmo isso: é ser-se parvinho quando se está com os amigos, extravazar tudo e mais alguma coisa, falar de rabos e mamas e ver-se coisas no computador que não se deveria ver. Ele diz que é normal, eu torço o nariz a isso!

Vou dizendo a mim mesma que, ao menos, serve isto para fazer um pré-estágio para quando a Pimentinha entrar (daqui por muuuuuuuitos anos) na adolescência. Assim vou-me preparando para o que me espera!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Há pessoas deslocadas da realidade.

A minha patroa pôs um anúncio no Net Empregos para arranjar uma nova pessoa para substituir uma colega.
Diz ela, com um ar muito espantado, que recebeu cerca de 400 currículos. E friso novamente o ar espantado com que ela referiu isto. 
E digo eu, desde já, que há certas entidades patronais que não devem perceber que isto hoje em dia está complicado para arranjar emprego. Porque não me espanta em nada 400 pessoas responderem a um anúncio de trabalho.
Há quem se espante. Eu não. [serei a única?]