quarta-feira, 24 de setembro de 2014

3*

" (...) Quanto mais lemos, ouvimos e queremos fazer, mais nos perdemos. O bom senso, que sempre guiou os nossos pais e todos os das gerações prévias, deixou de ser a bússola orientadora. Agora aprendemos pelos livros, de estranhos que (des)conhecemos, pela net, pelos outros, e menos por nós. As teorias de educação são mais que muitas, dependendo do sentido que queremos, do estilo em que acreditamos. Podemos escolher uma diferente para cada semana do ano. O certo de hoje é o errado de amanhã. Mas, se uns acreditam nos benefícios da tecnologia, outros deitam por terra o seu uso por completo.

Somos aquele tolo no meio da ponte, ora vira para um lado, ora vira para o outro. Andamos ao sabor do vento e dos dizem que sabem mais, sempre com o medo, com a chantagem psicológica que iremos prejudicar os nosso filhos.

Ora, é avassalador rumar sem bússola.

Mas não devia ser muito difícil criar e educar uma criança. Afinal, basta darmos o nosso melhor, usar o bom senso e fazer o que sabemos: amar e cuidar."


Li isto aqui
Se anteriormente este tipo de textos passava-me um pouco ao lado, agora fazem todo o sentido, talvez porque agora já sei o que significa a expressão "ser mãe". Uma coisa é o que se ouve mas nunca se experienciou. Outra coisa é viver as situações. E ter um filho é algo extraordinário mas na prática é uma imensa revolução de vida. Mas isso não invalida a sensação de olhar para a Pimentinha, vê-la a sorrir e pensar "És minha" e tal provocar uma imensa onda de felicidade no meu coração. 
Há precisamente três meses passamos a ser três: eu, ela e ele.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Se eu gostasse de andar às compras, era tudo tão mais fácil!

Tal como vos disse aqui, o batizado da Pimentinha aproxima-se e a mamã dela ainda não tinha roupinha. Chegou o fim de semana e a vontade de ir às compras continuava nula. Mas não tinha como fugir até porque o calendário começa a apertar.
Assim sendo, ontem a família Pimenta foi às compras. Primeiro no El corte Inglês de Gaia e depois no Mar Shopping. Experimentei vários vestidos mas nenhum me deixou apaixonada. 
Havia sempre algum pormenor chato: ou o vestido era curto demais (e não quero correr o risco de mostrar o rabo aos convidados), ou não tinha o meu tamanho, ou salientava a barriga (o meu corpo ainda não está como quero), ou então ficava bem mas tinha um defeito de confeção aqui ou ali. 

Confesso que ao fim de meia hora, eu já estava a bufar. 
Mas sabia que não tinha outro remédio senão aguentar. Isto de experimentar roupa e mais roupa deixa-me com calores. E claro que vemos roupa líndissima quando não andamos às compras mas quando queremos encontrar "O" vestido é quando parece que não encontramos nada de jeito. 
E fartinha como eu estava de andar a experimentar roupa, tomei a seguinte decisão: não fiquei deslumbrada com nenhum em específico, mas comprei os três vestidos que mais gostei. Todos com o respetivo talão de troca. 
Com mais calma e noutro dia, vou fazer cá em casa passagem de modelos e decidir-me sobre qual será então o modelito escolhido. Assim, também poderei conjugar alguns acessórios e sapatos e ver se finalmente me decido! Xiça, que isto não está fácil!


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Tem de haver oferta para todas as carteiras.



Um dia destes, um familiar nosso ofereceu à Pimentinha um conjunto de roupa todo xpto da Knot. Vestido, cueca, chapéu, casaco e sandálias. Mas eis que o tamanho do dito vestido era para 6 meses. E a Pimentinha fará 6 meses precisamente na véspera de Natal, pelo que não me pareceu que nessa época vista aquelas peças que eram de pleno verão. 


Posto isto, e tendo talão de troca, a solução foi simples: vamos lá trocar. 
Fomos ao El Corte Ingles e foi aí que conheci melhor a coleção de roupa de criança desta marca. O que mais me chamou a atenção foram os preços das peças. Um vestidinho ronda os 40, 50€. Um body custa cerca de 25€. Ora bem, estamos a falar de roupa de criança. Todos nós sabemos que no espaço de um mês há coisas que deixam de servir. A roupa “foge” num instante, porque eles crescem a olhos vistos. Investir quase 50€ num vestido que ela usará apenas algumas vezes é coisa para me fazer dizer que dificilmente gastaria dinheiro em peças desta marca, se fosse eu a comprar.
Claro que a qualidade paga-se, já sei disso. Mas isto de se ter um filho é sinónimo de ter sempre uma carteira aberta com dinheirinho a sair. 


Saí de lá com a troca feita, com uma saca toda fashion e lá dentro dois vestidos e dois bodies todos chiques para a minha miúda. E com a certeza que quem pode, que compre. Tem de haver mercado para todas as bolsas, lá isso é verdade. Pena que a minha bolsa seja mais Chicco, H&M, C&A, Pré Natal e afins. 



quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Estamos em Setembro, mas ainda podemos falar de férias?



Quando eu e o Apimentado dizemos que nunca fomos ao Algarve, há muitas pessoas que olham para nós como se fossemos E.T.’s. 

Pois que eu sou o péssimo exemplo do “vá para fora, cá dentro”. Nunca passei de Lisboa para baixo. Tenho imensa curiosidade em conhecer o Alentejo e o Algarve, de que tanta gente fala. 

Mas a justificação para isto é simples: quando casamos, eu e o Apimentado decidimos que iríamos aproveitar ao máximo para conhecer alguns lugares fora de Portugal. E foi assim que as nossas prioridades acabaram por ditar viagens a Barcelona, à Antalya na Turquia, a Paris, Londres, Praga e à Tunísia. 

Aproveitamos bem os três primeiros anos de casados no que diz respeito a viagens. Também aproveitamos para conhecer algumas cidades portuguesas, mas cá no Norte. Sabíamos que um dia, quando tivéssemos um filho, fazer as malas e ir para o aeroporto já não seria tão fácil. Assim sendo, a partir do próximo ano, vamos investir no nosso querido Portugal. Eu bem sei que o nosso país tem sítios maravilhosos, hotéis de sonho tão ou melhores do que aqueles que existem lá fora. Mas foi uma escolha que fizemos. Gostava imenso de ir aqui, ou aqui, ou aqui

Por aí, há sugestões de mais lugares/cidades/aldeias espetaculares neste país para conhecer no próximo ano? 


terça-feira, 16 de setembro de 2014

Vocês são fãs?

Descobri a Primark há cerca de quatro anos. Uma colega tinha umas pulseiras super giras e na altura perguntei-lhe onde tinha ela comprado aquilo. Disse-me que tinha sido na Primark e eu nem sabia de todo onde poderia encontrar essa loja. 
Ela disse maravilhas da loja e então fiquei curiosa. Assim, fui ao parque Nascente conhecer a tão famosa loja de dois pisos. Gostei de várias coisas e na altura sei que trouxe várias peças e pouco dinheiro deixei lá por elas.
A Primark é mesmo isso: moda a um preço acessível. 
Se as peças são de qualidade superior? 
Não, não o são. Mas uma pessoa já o sabe quando olha para a etiqueta com o preço. 
Há quem ame a marca. Há quem a deteste e diga muito mal.
Eu gosto de lá ir. É impossível sair de lá de mãos a abanar. 

Mas verdade seja dita: para se ir à Primark tem de se estar naqueles dias de inspiração para compras. Pessoalmente devo dizer que é das coisas que menos gosto: a imensa quantidade de clientes que estão sempre nesta loja. A fila para pagar (o que vale é que as caixas de pagamento são em número considerável). A paciência que se tem de ter. 

Hoje abre a loja no Norte Shopping. 
Tão cedo não irei lá. Porque se, por norma, a Primark já está sempre cheia, fará em dias de inauguração. E creio que os próximos dias (ou meses?) serão sempre sinónimo de enchente.
Um dia, quando estiver com mais paciência para compras e shoppings, talvez lá vá. 



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Das paixões à primeira vista.

Na altura em que andava à procura do vestido de noiva que fosse o meu estilo, aconteceu-me o típico cliché que acontece com muitas mulheres: quando vesti "O" vestido soube imediatamente que era aquele. Experimentei vários mas percebi muito facilmente que este vestido nunca me iria sair da cabeça.

E agora aconteceu-me exatamente o mesmo, só que em relação ao vestido do baptizado para a minha Pimentinha. Sábado de manhã, a família Pimenta lá foi em direção ao Porto para comprar o vestido para a nossa princesa. Devo dizer que não sabia muito bem o que queria. Nestas coisas, não é ela que escolhe, pois não tem poder de decisão. Cabia a nós, pais, escolher o vestido que mais gostássemos, mas nem nós saberíamos muito bem o que iríamos encontrar nesta área.

Pois bem, logo na primeira loja apaixonei-me por um vestido. 
Vi outros. Ainda fui a uma segunda loja, mas percebi de imediato que aquele primeiro vestido iria estar sempre na minha mente. Por isso nem procurámos mais. 
A experiência com o meu vestido de noiva fez-me perceber que entrei em cerca de 6 lojas de vestidos de noiva não sei bem para quê, pois a decisão já estava quase tomada. 
Por isso, desta vez, poupamos quilómetros nos pés e após a ida à segunda loja, voltamos à primeira para a Pimentinha experimentar o dito vestido. Assentou que nem uma luva o vestido dos 6 meses, quando ela ainda tem 2 meses e meio (!). 

Assim sendo, a toilette dela já está mais que tratada. Falta comprar a minha roupa para o batizado. E isso cheira-me que vai ser a parte mais difícil. 
Não quero nada demasiado elaborado. Aliás queria algo bonito mas ao mesmo tempo prático. Parece-me óbvio que nesse dia vou andar muito com ela ao colo e, por isso, a primeira exigência é ser algo que não me "amarre" muito os movimentos.
Neste fim de semana ainda entrei em algumas lojas e não vi nada que gostasse (ou que achasse que me ficava bem). Além disso, a minha paciência para entrar em lojas e experimentar roupa anda ao nível zero. A ver vamos se a vontade de me meter num shopping aumenta para ver se despacho o assunto da minha roupa.

Sugestões de lojas aceitam-se :)